sexta-feira, março 29, 2013

PARABÉNS KLEIANY TAVARES!!!


KLEIANY!!!
Parabéns, menina linda!!
                                     Deus abençoe seus dias, seus passos , sua luta!!
          Que em cada página da sua existência possas sempre escrever belos versos, grandes histórias     e  lindos relatos de vida.
Apesar de "pequena" em estatura és  gigante  pelos  sonhos e ideiais que alimentas.
Garra e coragem são algumas das qualidades que tornam você essa pessoa forte e  admirável !!

Neste dia Especial, do seu aniversário, desejo a você tudo de bom!!
Acima de tudo desejo saúde para que continues na luta pela busca
da concretização de suas metas e objetivos.
Saiba que gosto muito de poder contar com você em nossa equipe do Projeto  Rádio pelo Educação.
Dedicada e talentosa, certamente ainda hás de brilhar muito nesse palco da vida.
Eu acredito em seu potencial e competência.
Sucesso Kleiany!!
Você é muito especial em meu coração!!!
E eu...
Te gosto um tantãoooooooo..... assimmmmmm!!!

beijos

da

                                                                     Socorro Carvalho

VOCÊ NÃO TEM NAMORADO. SE TIVESSE, ELE NÃO TE DEIXAVA SAIR SOZINHA”




Torço para que a quantidade bizarra de histórias sobre rapazes que crêem que moças são objetos à sua disposição seja consequência do aumento de informação circulando por conta do crescimento das ferramentas de redes sociais e não por causa de uma mudança no comportamento da molecada. Ou seja, fatos que já aconteciam antes e que, agora, deixaram a penumbra e ganharam visibilidade. Caso contrário, vou entrar em depressão profunda.

Recebi reclamações de amigas que cansaram de se sentir como estátua de santa, daquelas que todo mundo passa a mão, em baladas. Isso não é novo mas, antes, o palhaço da história, quando tomava uma bronca, ficava constrangido pelo menos. Agora, ouço casos em que o homem (sic) fica agressivo e violento ao assediar e ser repreendido.

Não vou chover no molhado e discutir que muitos pais, para compensar a ausência, satisfazem todos os desejos dos filhos, criando pessoas que não conhecem frustração e não são capazes nem de viver em uma alcateia com lobos, que dirá em uma sociedade complexa. Eles podem tudo o que querem quando crianças e, ao crescerem, continuam acreditando que não há nenhuma barreira entre eles e sua felicidade.  Que é só chegar lá e pegar. Que tudo tem um preço, inclusive pessoas.

Fiquei bege quando ouvi a história de um moleque que achou bonito assediar uma moça com uma cédula de dinheiro na balada, dando a entender que ela estava à venda. Depois de pedir, várias vezes, para que parasse com aquilo, ela pegou a nota, rasgou-a ao meio e devolveu a ele. O pimpolho, claro, ficou possesso e foi para cima. Provavelmente, os outros homens (sic) no entorno acharam que o gajo estava no seu direito de se defender e não reagiram. Se ela e suas amigas não soubessem se impor, a história poderia ter acabado como tantas outras.

O homem é programado, desde pequeno, para que seja agressivo. Raramente a ele é dado o direito que considere normal oferecer carinho e afeto em público. Manifestar seus sentimentos de uma forma mais delicada é coisa de mina. Ou, pior, é coisa de bicha. De quem está fora do seu papel. E vamos causando outros danos no caminho: há mulheres que, para serem aceitas nesse mundo de homens, buscam nos copiar no que temos de mais idiota.

Dou aula em uma universidade que possui muitos desses jovens mimados que acham que a cidade é uma extensão da tela do seu videogame, as ruas, um anexo do banheiro que usam pela manhã diariamente e o carro, uma continuidade do seu pênis. Ou complemento, o que varia de acordo com a forma com que cada um encara suas frustrações. Em muitos casos, basta beberem uma cerveja que passam a agir como se as mulheres fossem objetos de seu prazer. E não culpem o álcool, que apenas tem o mérito de desinibir o que já havia lá dentro.

- Você não tem namorado. Se tivesse, ele não te deixava sair sozinha.
- Mulher minha só vai para festa comigo do lado.
- Não importa que você não queira, se não me der um beijo, eu não deixo você ir.
- A culpa não é minha, olha como você tá vestida!
- Se saiu de casa usando só isso de roupa, é porque estava pedindo.
- Ei, mina, se liga! Se não queria ficar comigo, porque topou trocar ideia?

Esse tipo de assédio verbal ou físico é sim uma forma de violência sexual. E das mais perversas porque, como tal, não é encarado. Ainda mais porque jovens ricos, bêbados ou não, não cometem crimes, apenas fazem “molecagens” e, portanto, fora de cogitação qualquer punição. Isso se aplica apenas a moços pobres que ofenderem alguém rico na rua. Afinal de contas, eles têm que ser colocados no seu devido lugar.

Como já disse aqui antes, ataques como esse traduzem o que parte da nossa sociedade machista pensa. Que uma mulher que conversa de forma simpática em uma festa está à disposição, que uma mulher que se veste da forma como queira está à disposição, que um grupo de mulheres sem “seus homens”, andando na noite em São Paulo, está à disposição. E quando uma mulher não tem a garantia de que não será importunada, ofendida ou violentada, com ações ou palavras, toda a sociedade tem uma parcela de culpa pelo que deixou de fazer.

Rapazes, por fim, vou contar um segredo. É duro, eu sei, mas alguém tem que fazê-lo. Não chorem, tá? Lá vai: As mulheres não existem para servir aos homens.

Pronto, vivam com isso.


“COMUNIDADES TRADICIONAIS” E “INSTITUIÇÕES DE ENSINO” SÃO NOVAS CATEGORIAS DO PRÊMIO 2013


Sétima edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social traz duas novas categorias. Outra novidade é a premiação, em dinheiro, para os segundos e terceiros lugares em cada categoria
 Brasília - Além das categorias “Juventude”, “Mulheres” e “Gestores Públicos” a edição 2013 do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social traz duas novas categorias: “Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária” e “Instituições de ensino, Pesquisa e Universidades”.  Na primeira, concorrem tecnologias sociais que tenham proporcionado a inclusão socioprodutiva de povos tradicionais, agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Na segunda, deverão ser identificadas tecnologias sociais desenvolvidas por instituições de ensino, pesquisa e universidades que tenham propiciado a inclusão socioprodutiva dos participantes.


Outra novidade desta sétima edição é a premiação dos segundo e terceiro lugar em cada categoria. Enquanto o primeiro lugar vai levar R$ 80 mil para utilização no projeto vencedor,  a segunda e a terceira tecnologia social vencedora ganha R$ 50 mil e R$ 30 mil, respectivamente, cada uma.


No âmbito do Prêmio, a inclusão socioprodutiva tem como foco propiciar o acesso a oportunidades de trabalho e renda e contribuir para uma educação integrada e participativa. Tem como perspectiva a conquista de autonomia para uma vida digna sustentada e a emancipação social, política e produtiva dos indivíduos, potencializando os valores das comunidades e o saber-fazer local.

Também no que diz respeito ao concurso são considerados  comunidades e povos tradicionais os grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais. Possuem formas próprias de organização social, ocupam e usam territórios tradicionais, além de recursos naturais, como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.  Dentre outras, são comunidades tradicionais povos indígenas, quilombolas ou ribeirinhos, por exemplo.

O manual de inscrição e o regulamento com mais informações sobre o Prêmio estão disponíveis no AQUI:  site da FBB.

Prêmio 2013 – Realizado a cada dois anos pela Fundação Banco do Brasil, o Prêmio certifica como “Tecnologia Social” metodologias bem sucedidas, desenvolvidas na interação com a comunidade, que resultam em transformações efetivas na vida das pessoas. O Prêmio é realizado em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, a Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás, a KPMG Auditores Independentes, além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As Tecnologias Sociais certificadas pela Fundação Banco do Brasil passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados on-line disponível no site www.fbb.org.br/tecnologiasocial e que contém informações sobre as tecnologias e instituições que as desenvolveram.
Fonte: Site FBB

DIOCESE DE SANTARÉM - CELEBRAÇÕES DO TRÍDUO PASCAL




 
Nestes dias que se aproximam da Páscoa, as comunidades da Diocese de Santarém desenvolvem programação para celebrar a Ressurreição do Senhor.  Em algumas das comunidades centrais de Santarém, programação da Semana Santa é a seguinte:

Catedral de N. Sra. da Conceição


30/03 – Celebração da Vigília Pascal, às 19h30

31/03 – Missa da Páscoa, às 08h30 e às 19h. 

Paróquia Cristo Libertador- Interventoria

30/03 – Celebração da Vigília Pascal, às 19h30

31/03 – Missa da Páscoa, às 18h.  


Paróquia São Francisco de Assis – Caranazal

30/03 – Missa dos Idosos, às 08h. Missa da Vigília Pascal, às 19h;

31/03 – Alvorada da Ressurreição, às 05h30; Missa da Páscoa às 06h30, 17h30 e 19h30.


Paróquia N. Sra. do Rosário – Santarenzinho

30/03 – Celebração da Vigília Pascal, às 19h30

31/03 – Missa da Páscoa,  às 18h


 
Paróquia São Sebastião

30/03 – Celebração da Vigília Pascal, às 19h30

31/03 – Missa da Páscoa,  às 8h e às 19h15

 Paróquia do Santíssimo Sacramento

30/03 – Sábado da Vigília Pascal às 19h30.

31/03 – Domingo de Páscoa – Missa da Páscoa da Ressurreição as 07 e as 17h30.

Ercio Santos/ Pastoral da Comunicação- Diocese de Santarém.

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