sábado, abril 04, 2009

COISAS DE MARIA...

Esta é MARIA CLARA a grande MARIA!
Uma das minhas lindas sobrinhas!!!
Pense numa figura!!!
Pensou?!
Então...
Pensou na MARIA!



A MARIA é o xodó das irmãs Aline, Daniele e Ruth!
As vezes enche o saco...
Mas dá muita alegria com suas traquinagens e danações!!
Por isso as três são loucas por ela.
Assim como eu também.



Pequena!Mas Grande nas atitudes.
De acordo com o Jorginho (pai dela) ela é maneira...
Apesar de saber o que quer e o que não quer.
Ainda vai muito na corda das outras.
Simples e do leva.
Bem parecida com a mamãe (vó dela) sem muita frescura.
Essa é a MARIA!!



Aqui MARIA está com a Aline!
Pronta para ir para o Amandinho!
Ainda com sua fardinha limpa !!!
Quando vai a farda está limpinha...
Mas quando a MARIA volta da aula...
Hum! Hum!
Sua fardinha vem sujinha, sujinha...
É que a MARIA como já disse, é uma grande figura!!
Lá no Dom Amando!
Ela joga pedra no aquário, corre no jardim do irmão etc...
Dá um show de danação!
Essa MARIA...
Essa
MARIA!!!


MARIA e sua fiel companheira Aline...
A caminho do Amandinho... (Dom Amando - Infantil)
O dia promete e está apenas começando...


E Lá vai a MARIA...
Feliz da vida rumo ao Dom Amando!!
Toda linda!
Toda linda!
Ela é um dos mimos da titia!
Ah, MARIA !!!
Eu te Amo




Socorro Carvalho
* A Maria Clara é uma puro sangue CORRÊA MOTA...
Filha do Jorge Corrêa Mota e de quebra...
Sobrinha da Nívea e do Marquinho!!
Deu para imaginar a figuraça que é a Maria??!!!



EU LEVEI MINHAS NETAS


Rádios e televisões, gritos e palavrões nos xingamentos descontrolados a um juiz que parece não conhecer o meio ou fim das razões. São Raimundo e Paysandu faziam o espetáculo daquela tarde. Antes, fora do campo, as imensas filas e reclamações por falta de ingressos. Mas tinha sempre um ali por perto informando: “Aqui tem, vendo a 40 paus”. O valor na bilheteria era de R$ 15,00.


Olhava-se para os lados e só se via cores pretas e brancas. Era uma nação alvinegra tomando conta da cidade. Como aquele dia seria especial para mim, por levar toda família ao estádio, comprei as entradas antecipadas e chegamos 3 horas antes do jogo começar.

A preocupação era a proteção das meninas. Queria que aquele dia tão esperado por elas fosse realmente um entretenimento mais que especial. Os gritos vindo da arquibancada à nossa direita, elas se viraram e riram! Era a Joelma, um travesti que se tornou a mascote das torcidas, com seus gritos e atraentes rebolativos.

Aí vem pela 10ª vez a pergunta que não calava, ora de uma, ora de outra: “Vô, quantos minutos faltam para começar o jogo?”.

Está começando… Entra o Paysandu em campo sob aplausos de uns cem torcedores, e com vaias de mais de 20 mil alvinegros. Quando entreou o São Raimundo, o estádio parecia querer tombar para também vibrar aquele momento especial. Nada mais tirava os olhinhos das queridas netas do gramado feito a capricho, com listas suaves de um verde mais agressivo que o outro. Era o palco do espetáculo.

Pra elas, pouco importava quem era Paysandu, ou de onde vieram, apenas complementavam sorrindo o grito que vinha das torcidas organizadas: ” Dá-lhe Pantera, dá-lhe Pantera, olê olê olá”. “Nós somos loucos da nova era, nós somos loucos pelo Pantera…”.

Então veio a hola, a imensa torcida sentava e levantava em gestos festivos, e minhas netas imitavam o que viam encantadas com uma que jamais tinham visto. Então, contagiadas, resolveram também fazer o seu alarde de torcedoras.

E que alarde! Passavam entre elas uma corneta de ar, que soltava um som estridente. Percebi que isso incomodava uma senhora torcedora também de 1ª viagem, sentada no degrau abaixo, na arquibancada. Ela fitava as minhas netinhas com olhar incomodado. Pouco depois percebi a senhora rindo, contagiada pela ingenuidade alegre daquelas meninas.

Finalmente saiu o gol do Pantera. Então veio a imagem mais bonita que já vi naquele estádio. As quatro netinhas se enlaçaram e abraçadinhas pulavam como se tivessem recebido presentes de Papai Noel. Gritavam gol. Exclamei para o meu íntimo naquele momento: “Meu Deus! O que o futebol é capaz de fazer! Mesmo a derrota para o Paysandu por 2×1, foi incapaz de tirar o brilho daquela festa inesquecível, não só para mim e minha família, mas para mais de um milhão de torcedores de todo o oeste do Pará.

Mª Clara, a mais velha, 11 anos; Karen Caroline, 10 anos; Maria Rita. 10 anos, e Mª Vitória, 9 anos. Só faltou a Ana Luiza, de 13. E faltou porque mora em Brasília. Não tenho dúvidas sobre o destino delas: já são alvinegras. Amor à 1ª vista.

Foi um momento mágico. Para elas. E as 3 nem imaginam, para mim também. Sim, nós 4 temos uma história de vida para contar. Alvinegra história!

*Por Raimundo Gonçalves (*)
Santareno, é cronista esportivo do jornal Gazeta de Santarém.

Texto e foto...Emprestadas do blog do companheiro Jeso Carneiro


É assim...
Lí esse texto no blog do Jeso e Gostei imensamente!!!
Por isso emprestei para postar aqui...rsrs
Vale a pena ler!!Muito interessante!!!
Uma mistura de crônia com poesia!!
O Máximo!!


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