segunda-feira, agosto 10, 2009

A FORÇA DO AMOR



Abriu minha visão
O jeito que o amor
Tocando o pé no chão
Alcança as estrelas
Tem poder
De mover as montanhas
Quando quer acontecer
Derruba as barreiras...


Para o amor
Não existem fronteiras
Tem a presa quando quer
Não tem hora de chegar
E não vai embora...


Chamou minha atenção
A força do amor
Que é livre prá voar
Durar para sempre
Quer voar
Navegar outros mares
Dá um tempo sem se ver
Mas não se separa
A saudade vem
Quando vê não tem volt
Mesmo quando eu quis morrer
De ciúme de você
Você me fez falta...


Sei!
Não é questão de aceitar
Sim!
Não sou mais um a negar
A gente não pode impedir
Se a vida cansou de ensinar
Sei que o amor nos dá asa
Mas volta prá casa...


Abriu minha visão
O jeito que o amor
Tocando o pé no chão
Alcança as estrelas
Tem poder
De mover as montanhas
Quando quer acontecer
Derruba as barreiras...
Para o amor
Não existem fronteiras
Tem a presa quando quer
Não tem hora de chegar
E não vai embora
Hum! Hum!...


Sei!
Não é questão de aceitar
Sim!
Não sou mais um a negar
A gente não pode impedir
Se a vida cansou de ensinar
Sei que o amor nos dá asa
Mas volta prá casa...



Sei!
Não é questão de aceitar
Sim!
Não a nada que eu possa fazer
A gente não pode impedir
Se a vida cansou de ensinar
Sei que o amor nos dá asa
Mas volta prá casa...



Mas volta prá casa!


Grupo Roupa Nova
Composição: Cleberson Horsth - Ronaldo Bastos

A ESTRADA


A vida é como uma poezia,
Que fala das flores, do céu, do mar
Como uma can­ção quo fala do mar, do suor
Da chuva lavando a terra seca
Levando pra longe o cheiro das paixões…

É como o perfume que embreaga a alma
E vai deixando em cada tempo um rastro de saudade,
Como o vento que espalha no ar o cheiro doce dos abacaxis de verão,
Trazendo o sabor das tortas da vovó

A vida é como as nuvens que vem e passam
As vezes trazendo a bondança
O colorido da primavera,
As vezes o cinza triste das manhãs de outono

E eu vejo os verões passando
Tudo se transformando sem ti,
Até a velha canção da infância soa diferentemente
Agora já não me parece falar realmente de amor...
Nem tudo que brilha é ouro,

E eu vou ficando sem ti na beira da estrada,
Perdida por aí,
Mas me encontrando no fundo do espelho,
Onde todos os segredos venho guardando,
Como um enorme tesouro a ser descoberto pela humanidade
Que não se importa com o que sinto

Mas assim é a vida,
Um imenso mistério,
Um caminho a ser traçado...
Cada um por si vivendo a própria história
Deixando marcas nas eternas poezias de amor,

Que deixa o peito dos leitores eternamente saudosos,
Que passam seus olhos sobre estas letras tortas,
Mas que só não pode parar de amar...


Rosi Sobotková
Praga, 11 de julho de 2009.

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