terça-feira, maio 18, 2010

PARA OS FUTUROS CANDIDATOS POLÍTICOS - QUE JÁ ANDAM ENSAIANDO COM AS ASSESSORIAS...

FUNÇÕES DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

* Realizar um levantamento das atividades, projetos, ações e serviços do seu cliente, fazendo o possível para que isso se torne notícia;

* Agendamento e acompanhamento de entrevistas coletivas, facilitando o trabalho do entrevistado e do entrevistador;

* Contato permanente com a mídia, sugerindo pautas e fazendo esclarecimentos necessários para a eficiência da matéria jornalística ser publicada;

* Elaborar textos (releases), que são enviados para os veículos de comunicação;

* Divulgar eventos;

* Editar jornais, que podem ser distribuidos interna ou externamente;

* Organizar entrevistas coletivas;

* Dar orientações de como lidar com a imprensa;

* Montar Clippings (cópia de notícias da empresa que forma divulgadas no meio de comunicação, uma espécie de backup);

* Sugerir assuntos para a mídia, indicação de pauta;

A Assessoria de Imprensa é realmente vantajosa, porque a divulgação do que a empresa considera importante, não é feita através da compra de espaço publicitário, e sim, através do interesse dos órgãos de comunicação em publicar o assunto.


NOTA

BOA SORTE A QUEM  JÁ TEM UMA "BOA"  ASSESSORIA DE IMPRENSA.
   COM A DIVULGAÇÃO DESSA  ÚLTIMA NOTÍCIA .

EU TÔ FORA...
ENTÃO...
CARTÃO VERMELHO, DESSA VEZ
.

ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS DEBATEM MANEJO FLORESTAL NA AMAZÔNIA


Entre 18 e 21 de maio, cerca de 200 pesquisadores do Brasil e de outros 10 países discutirão experiências de manejo florestal e pesquisas sobre o tema no Simpósio de Manejo Florestal da Amazônia e Seminário de Comemoração dos 30 anos de Pesquisa na Floresta Nacional do Tapajós.

Após os debates, os participantes apontarão prioridades para os estudos sobre manejo florestal na Amazônia. O evento ocorre em Santarém, oeste do Pará, e é promovido pelo Serviço Florestal Brasileiro e pela Embrapa Amazônia Oriental.



A sociedade pouco conhece sobre o manejo florestal, que pode ser uma das principais alternativas de uso sustentável das florestas, em contraponto ao desmatamento. Isso indica que há necessidade de mais estudos e de disseminação dos resultados. A proposta do Simpósio é revigorar o debate sobre temas prioritários, oportunidades e desafios do manejo florestal na região.



“A discussão de prioridades ajudará a estabelecer um clima de maior cooperação entre instituições de pesquisa da região, e poderá considerar também as necessidades de outros setores protagonistas da gestão florestal, como os órgãos de meio ambiente e o próprio setor produtivo”, explica Joberto Freiras, gerente executivo de Informações Florestais do Serviço Florestal. Segundo ele, a iniciativa é também convergente com a criação de uma rede de manejo florestal na região, que contará com a participação de todos esses atores.



Simultaneamente ao Simpósio, ocorrerá o Seminário de Comemoração dos 30 anos de Pesquisa Florestal no Km 67 da Floresta Nacional (Flona) do Tapajós – distante 30 km de Santarém. As pesquisas em manejo realizadas no local começaram em 1975 e foram conduzidas ao longo dos anos por pesquisadores e técnicos da Embrapa Amazônia Oriental.


LEIA MAIS...

ENTENDA O FUNCIONAMENTO DO LIDAR


Entenda um pouco do funcionamento  do LIDAR
equipamento que será usado no mapeamento da Amazônia .
Confira : AQUI


SISTEMA DE LASER VAI FAZER MAPEAMENTO “FINO” DA AMAZÔNIA



A floresta amazônica brasileira contará, a partir deste mês, com mapeamento em três dimensões. A tecnologia, ainda não aplicada em alta resolução em florestas tropicais, permite obter imagens e medir impactos não identificáveis antes.



Imagens convencionais de satélite, por exemplo, não eram capazes de identificar coisas como o corte de uma única árvore ou flagrar a presença de um rio sob a vegetação.



O sistema de “lidar” (pronuncia-se “laidar”; sigla inglesa da expressão “detecção e medição de alcance de luz”), consiste em um laser transportado por avião, cujos pulsos são capazes de atravessar o topo das árvores e alcançar o chão, gerando informações sobre a altura, largura e profundidade do que encontrar no caminho.



Além de auxiliar no chamado manejo florestal (produção sustentável dentro de matas nativas), o sistema permite medir estoques de carbono e biomassa, identificar áreas desmatadas e racionalizar os recursos para o planejamento da agricultura e da pecuária.



O teste será realizado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) em uma área de mil hectares da Floresta Estadual de Antimary, em Sena Madureira (AC).



Madeira e borracha – O foco da iniciativa é o manejo para a produção de madeira, borracha, castanhas e outros produtos nativos da mata. As conclusões devem ser publicadas em dezembro.



Apesar das várias aplicações da tecnologia, o pesquisador Marcus d’Oliveira, líder do projeto na Embrapa, diz que o principal cliente do “lidar” será a indústria madeireira, que precisa dos dados para planejar estradas e trilhas, além da distribuição de árvores.



Hoje, as pesquisas florestais no Brasil são realizadas em campo com auxílio de GPS (Sistema de Posicionamento Global) e de imagens digitais de satélite. Nessas condições, segundo Oliveira, há imprecisão nas medições, devido ao erro humano, e dificuldade de deslocar equipes. Esses problemas, diz, serão superados com o “lidar”.



O pesquisador afirma, porém, que a tecnologia não substituirá as imagens de satélite -mais fáceis de serem produzidas e atualizadas. Ele diz que o “lidar” será usado somente para pesquisa de uma área específica, que necessite de informações precisas e detalhadas. As imagens de satélite seguirão fornecendo os dados gerais.



Usado desde os anos 1990 no manejo de florestas temperadas dos Estados Unidos, do Canadá e da Europa, ainda hoje a aplicação do “lidar” em ambientes tropicais é reduzida.



Teste de campo – Alguns testes de baixa resolução foram realizados recentemente na Costa Rica e no Peru. No Brasil, o sistema vem sendo testado desde 2008 por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná e do Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento) na análise de uma floresta plantada de eucalipto e pínus.


(Fonte: Flávia Marcondes/ Folha Online)





ORGANIZAÇÕES PREPARAM CARTILHA PARA QUE EDUCADORES ESTIMULEM JOVENS A PRESERVAR O MEIO AMBIENTE




Três organizações não governamentais preparam o lançamento da cartilha Investigando a Biodiversidade: Guia de Apoio aos Educadores do Brasil. O objetivo é fazer com que os educadores consigam estimular os alunos para a preservação e conservação da biodiversidade a partir de sugestões didáticas e lúdicas. O guia é voltado para adolescentes de 11 a 14 anos. Mas, segundo os responsáveis, as atividades podem ser adaptadas para grupos de crianças e até adultos.

As entidades envolvidas são a WWF-Brasil, a Conservação Internacional e o Instituto Supereco. No Brasil desde 1996, a WWF é ligada à entidade internacional de mesmo nome presente em 100 países. Criada em 1987, a Conservação Ambiental está presente no Brasil e em mais 43 países. A brasileira Supereco foi criada em 1994 e desenvolve programas educativos, sociais e culturais na área de meio ambiente especialmente da Mata Atlântica.


A cartilha é uma adaptação brasileira para o material Exploring Biodiversity, publicação conjunta da Conservação Internacional e do WWF. O lançamento faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e do Dia Internacional da Biodiversidade comemorado no próximo sábado (22).


O guia para os educadores estará disponível a partir desta terça-feira (18) nos sites da Conservação Internacional, Instituto Supereco  e WWF-Brasil .


O material, com 133 páginas, reúne textos e atividades práticas. O enfoque é a realidade brasileira. O guia estimula os estudantes a investigar, analisar e reconhecer a importância da biodiversidade, observando os serviços ambientais existentes e as espécies ameaçadas de extinção.

(Fonte: Renata Giraldi/Agência Brasil)


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