terça-feira, julho 19, 2011

TURMA DA T6 - ÉGUA DA FOTO!!!

Marcelo Kaê, professor Dércio Duarte, Luiz Mota, Luan Brito e Luan Alexandre nas cachoeiras de Alenquer

Gente!!! Não poderia deixar de partilhar essa foto  com o resto da turma T6 !!
Que fotoooooooooo ilarie!!!
Dércio sem óculos e sem a Filosofia e de calção que  massaaaaaaaa!!!
E de quebra os paquitinhos da T6 posando todos bonitinhos!!kkkk
Olha só essa turma!!! Acho que os conheço de algum lugar!!
Pô meninos adoro vocêssssss!!
Saudades de vocês e do professor Dércio também.

Abraços

Socorro Carvalho

REINO UNIDO TESTA AUTOMÓVEL MOVIDO A FEZES

New Beetle foi adaptado para utilizar biometano

Na busca de material limpo, cientistas desenvolvem gás biometano a partir de excrementos humanos. O combustível fecal pode ser alternativa para gasolina e diesel como combustível de automóveis.

Um novo tipo de automóvel circulou recentemente pelas ruas do Reino Unido: um VW New Beetle movido a biometano, gás extraído dos dejetos de uma estação de tratamento de água. Um carro movido a fezes.
Quando se fala de energias verdes, pensa-se logo em parques eólicos, campos com painéis solares e grandes represas que não somente geram eletricidade, mas também proporcionam lindos e pitorescos panoramas. Mas as fontes de energia nem sempre vêm desses locais pitorescos, podemos encontrá-las nos lugares mais inesperados, como por exemplo, no banheiro.

O metano é um gás amplamente utilizado como combustível em turbinas ou em geradores de vapor. Ele é um gás de efeito estufa 20 vezes mais potente do que o dióxido de carbono (CO2), cuja liberação descontrolada na atmosfera aceleraria o processo de aquecimento global.
Mas de maneira controlada, seu uso é comum como fonte de calor para casas e cozinhas em forma de gás natural. E, há pouco tempo, passou a servir de combustível alternativo para veículos. A ideia não é nova: o metano já é utilizado como combustível na Europa e na América, com o nome de Gás Natural Comprimido (GNC).

A questão é como obter o gás metano. Na natureza, ele é encontrado como produto da putrefação de plantas e elementos orgânicos, como também de dejetos humanos. Precisamente a partir desse último material, ganha-se o chamado biometano, gás extraído do tratamento de, literalmente, excrementos humanos.


Adaptação do carro custa 2,5 mil Euros

Ideia posta em prática

A Greenfuel Company, companhia de combustíveis verdes, é uma organização com sede em Bath, no Reino Unido. Ela se dedica à criação e ao desenvolvimento de combustíveis alternativos à gasolina ou ao diesel que sejam menos poluentes, mas igualmente eficientes.
O Gás de Petróleo Liquefeito (GLP) tem sido a principal alternativa aos combustíveis tradicionais, mas a busca por novas opções continua: biodiesel, hidrogênio e, obviamente, eletricidade.

Devido à experiência neste campo, a companhia de reciclagem Geneco, filial da empresa de tratamento de água e dejetos do sudoeste da Inglaterra, Wessex Water, se dirigiu à Greenfuel com a seguinte proposta: em vez de utilizar o gás metano do tratamento de resíduos de suas estações para gerar eletricidade, ele poderia ser usado para impulsionar um automóvel.
A demonstração realizada em um VW New Beetle pelas ruas de Bristol teve grande êxito entre os espectadores e espera-se que a partir de agora muitos carros sejam modificados para circularem com biometano. Para isso, seriam necessários equipamentos extras, que, ao custo de aproximadamente 2,5 mil euros, levariam três ou quatro dias para ser instalados.

Gasolina ou diesel ainda são necessários

Essa instalação, no entanto, não elimina por completo a necessidade do uso da gasolina ou do diesel. A criação de um sistema que funcionasse unicamente com biometano seria possível, mas demandaria mais mudanças nos automóveis, aumentando consideravelmente o preço dos equipamentos extras.
O modelo atual requer a combustão de gasolina durante os primeiros minutos de direção até que o carro alcance a temperatura adequada. A seguir, o sistema muda automaticamente para que o automóvel seja movido apenas a biometano.

"Sendo realistas, o uso da gasolina para os primeiros minutos segue sendo melhor do que seu uso durante toda a viagem. Além disso, caso o biometano acabe no meio do caminho, o sistema volta para a gasolina. As pessoas nunca mais terão de temer a reserva!", afirma Ingram Legge, diretor da Greenfuel.

Autora: Lydia Aranda Barandiain (jd)
Revisão: Carlos Albuquerque

RECOMENDO UMA VISITA...


A fotografia retratando o romantismo faz parte do blog da Rô Almada que mora na Ilha de Sintra, em Portugal.


Além de fotografias maravilhosas de autoria do Antonio Maia , esposo da Rô, no Magia das Cores você encontra ainda uma série de artesanatos que são feitos pela artesã Rosilda Almada (a Rô).

Além de ver as peças a artesã ensina como fazer e também repassa a quantidade de  materiais que serão usados na peça.

Para quem gosta de desenvolver a criatividade confeccionando artesanatos e outras coisitas mais está convidado e convidada a visitar o Magia das Cores AQUI



Socorro Carvalho

PASSEIO SOCRÁTICO

Ao  viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do  Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.


Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São  Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares,  preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já  haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um  outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: ‘Qual dos dois modelos produz felicidade?’.

Encontrei  Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: ‘Não foi à  aula?’ Ela respondeu: ‘Não, tenho aula à tarde’. Comemorei: ‘Que bom, então de  manhã você pode brincar, dormir até mais tarde’. ‘Não’, retrucou ela, ‘tenho tanta coisa de manhã …’. ‘Que tanta coisa?’, perguntei.. ‘Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina’, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: ‘Que pena, a Daniela não disse: ‘Tenho aula de  meditação!’.

Estamos construindo  super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.


Uma progressista cidade do  interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!

Não  tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em  relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: ‘Como  estava o defunto?’. ‘Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!’ Mas como  fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a  palavra é virtualidade. Tudo é virtual.. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga  íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi­nho de  prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais…


A  palavra hoje é ‘entretenimento’. Domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva.  Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é  o resultado da soma de prazeres: ‘Se tomar este refrigerante, calçar este tênis, ­ usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!’.


O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que  acaba­ precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a  neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor..  Aliás, para uma boa saúde mental, três requisitos são indispensáveis: amizades,  auto-estima, ausência de estresse.

Há uma  lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média,  as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings center tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há  mendigos, crianças de rua, sujeira pelas  calçadas…

Entra-se naqueles claustros  ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.  Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos  de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.

Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito,  entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno…  Felizmente, terminam todos na  eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo  hambúrguer do Mc Donald…

Costumo  advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: ‘Estou apenas fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares espantados, explico: ‘Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro  comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:´Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!
 
Autor: Frei Betto

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