quinta-feira, setembro 20, 2012

ALMA PERDIDA


Toda esta noite o rouxinol chorou,
Gemeu, rezou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma da gente,
Tu és, talvez, alguém que se finou!

Tu és, talvez, um sonho que passou,
Que se fundiu na Dor, suavemente...
Talvez sejas a alma, a alma doente
Dalguém que quis amar e nunca amou!

Toda a noite choraste... e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te, adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!

Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh'alma
Que chorasse perdida em tua voz!...

Florbela Espanca

PENSE RÁPIDO E RESPONDA... SE CONSEGUIR



DESCUBRA O QUE ELES CURTEM OUVIR NA HORA ‘H’



Existe todo tipo de sexo, desde os mais quietinhos e silenciosos até os barulhentos, que incomodam os vizinhos. É claro que o sexo que a gente vê nos filmes pornôs não é, normalmente, aquele que as pessoas realmente fazem, mas algumas coisas deles podem ser bem divertidas na hora 'h'.

A palavra certa na hora exata pode ser a peça que faltava pra que você chegue ao orgasmo que sempre sonhou e achou que não fosse possível.

"E eu achava que sabia o que era gozar..."
É claro que você poderia dizer que ninguém nunca a fez sentir aquilo, mas ao dizer isso você o lembra da sua vida sexual e, na hora h, nem todo mundo gosta de pensar na parceira transando com outra pessoa.

Quem goza, geme
 
Nem sempre! Existem mulheres que gemem, assim como homens. Existem gemidos de filme pornô e existem gemidos da vida real. Você não precisa gritar, surtar, parecer que vai explodir se não tiver vontade — se tiver a fim, faça tudo isso.
 
Gemidos e orgasmo não estão totalmente ligados. Muitas vezes uma coisa se sobrepõe a outra e a esconde. Tem pessoas que adoram ouvir um gemido e, de vez em quando, ele pode apimentar bastante a relação — seja no pé do ouvido, bem baixinho, acompanhado de uma respiração funda, seja em alto e bom som, mostrando ao mundo como aquele momento será inesquecível.
 
Dirty talk
 
Usar palavrões ou falas que parecem saídas de filmes pornôs bem sujos deixa qualquer homem louco — alguns de felicidade e outros de vontade de rir da sua cara. Pois é, não é todo homem que curte esse tipo de papo, mas para descobrir você vai ter que tentar.

Comece devagar, com falas mais light e vá aumentando a "sujeira" das frases conforme for sentindo que a pegada dele vai ficando melhor. Se o efeito for contrário, nada feito. Ou o dirty talk ou o sexo bom.

Declarações de amor
 
Qualquer declaração de amor na hora do orgasmo pode soar como uma daquelas paixões pela coisa errada, quer dizer, você ama o sexo e não a pessoa.

Se o casal está muito apaixonado e costuma falar o quanto ama o outro, ok, é um bom momento, mas se você nunca disse um 'eu te amo' para a outra pessoa, nem demonstrou todo esse sentimento, esse não é o melhor momento para fazê-lo nesse momento.

Qualquer coisa acompanhada de lágrimas
 
Lágrimas deixam as pessoas apavoradas. Sejam homens ou mulheres, as pessoas nunca sabem muito bem como reagir ao ver alguém chorando. E quando isso acontece depois do sexo, invariavelmente, a outra pessoa vai se sentir confusa sem entender o motivo das lágrimas.

Se você não aguentar e precisar chorar, vá em frente, é claro, mas depois converse com o gato, explique o que você sentiu na hora e não deixe a outra pessoa achando que te machucou, deprimiu ou fez algo errado. ;)

Fale a verdade ou cale-se para sempre!
 
Muitas vezes o silêncio é a única coisa que você tem a oferecer. Se o sexo não foi bom, não elogie, ou nunca vai melhorar. Se o sexo foi gostoso, elogie, assim vai melhorar a cada dia.

Nunca diga que uma pessoa é incrível se ela não for. Nunca diga que gozou se não for verdade. Só com total sinceridade é que você vai conhecer a outra pessoa, vocês mesma e chegar ao ápice que merece!

E você, o que curte na hora do orgasmo?


 
Por Carol Patrocínio



ELEIÇÕES 2012 - RURAL DEBATE DIRETO DE BELTERRA


Amanhã,  dia 22 de setembro,  a Rádio Rural vai levar ao ar mais uma vez, a partir das 9h30 da manhã, o Rural Debate, dessa vez,  direto do Município de Belterra. Para isso, toda a equipe já está mobilizada e preparada para seguir  bem cedo com destino a Belterra. 
 



Dentro da equipe a única mudança é o mediador que  dessa vez será o jornalista Jota Ninos. Uma vez que Pe. Edilberto Sena está viajando. Com tudo arrumado, nossa equipe pega a estrada ao amanhecer para que tenhamos tempo de organizar tudo antes do debate.


A logística está toda organizada. Equipamentos  testados e arrumados  e deverá ser mantido o mesmo esquema do Debate em Mojui dos Campos. Agora só precisamos que tudo ocorra bem e o público beterrense prestigie o  debate ouvindo a  Rádio Rural de Santarém e a Rádio Serrabel FM de Belterra.  
E na próxima sexta feira  (28) ,  ocorrerá o 2º debate  na Rádio Rural  de Santarém e você não pode perder. É a Rádio Rural de Santarém nas Eleições 2012.


Socorro Carvalho

CICLOAMAZÔNIA: PRIMEIRA FASE DO PROJETO CONCLUÍDA


Saímos de Jacareacanga com o objetivo de chegar em Itaituba em dez dias. O trecho, o último desta primeira fase do projeto Cicloamazônia, foi disparado o mais difícil de toda a viagem. De saída, as subidas intermináveis do percurso fizeram nossa média cair para 40 km por dia, completados sempre com muito esforço. Em cinco dias, apesar de exaustos, havíamos percorrido 200 km dos 400 km deste trecho.


Além de ter sido a parte que mais exigiu preparo, foi também em que encontramos menos infraestrutura – leia-se: menos água potável, mais trechos isolados e mais acampamentos na mata. Entre Jacareacanga e Itaituba encontram-se boa parte dos garimpos da região, muitos dos quais em ramais da própria Transamazônica. Dormimos em um restaurante que serve de base para alguns deles e em uma pista de pouso que é a única ligação entre um campo onde trabalham mais de 100 homens e o resto do mundo. Pudemos conhecer a realidade da extração de ouro, conversar com garimpeiros, ouvir histórias sobre descoberta de fortunas, ruína de alguns homens e até de tomada de garimpo por guerrilheiros no exterior. Tivemos que redobrar a atenção ao coletar água dos iguarapés, quase todos de alguma forma contaminados pela extração do minério.

Reunimos informações e fotos que serão apresentadas em detalhes na próxima fase do projeto. Como quem tem acompanhado o blog já sabe, nossa expedição tem como objetivo principal a produção de conteúdo sobre a região. Para viabilizar a edição do material que reunimos nesta primeira etapa, abrimos um financiamento coletivo no site Catarse - clique aqui para participar.

Floresta e lama

Nos últimos 200 km da viagem passamos por 120 km de isolamento dentro da Floresta Nacional da Amazônia, o trecho mais preservado de toda a estrada. Além das araras, presentes em praticamente toda a viagem, desta vez avistamos também jacarés, tucanos, cobras, macacos e uma infinidade de insetos de todos os tamanhos, formas e cores. Também vimos muitos animais atropelados. O limite de velocidade de 60 km/h e as placas de “cuidado, animais na pista” são ignorados pelos motoristas de picapes e caminhões, sempre correndo demais.



 Não são só os animais as vítimas da imprudência. Não foram poucas as notícias de acidentes fatais que ouvimos em trechos próximos, o que reforçou a sensação de incomodo provocada pela visão constante de pedaços de automóveis espalhados pela estrada. Pneus destruídos, para-choques e toda sorte de lataria, lanternas, pinos e placas somadas à poeira constante dão um tom de Mad Max para a Transamazônica.

A poeira, aliás, deu uma trégua no final. A chuva que não deu as caras por quase todo o tempo em que estivemos na estrada apareceu na forma de uma tempestadade em uma das últimas noites. Um espetáculo de se ver…

 
 
… um desastre para pedalar no dia seguinte. A poeira assentou e, logo, com mais chuva, o terreno virou lama. Trechos de argila grudavam nas rodas, catracas, freios e correntes, fazendo com que tudo travasse.




Em alguns trechos, faltando menos de 100 km, chegamos a pensar em desistir. Literalmente arrastamos as bicicletas até a base do Ibama, nossa última parada.
 

 


Finalmente, após 1.343 km rodados, chegamos em Itaituba, último ponto da nossa expedição. Nas próximas semanas pretendemos editar as fotos, finalizar os desenhos e colocar no papel as histórias que reunimos.  Mais notícias em breve neste espaço e também pelo facebook.com/cicloamazonia e twitter.com/cicloamazonia.

Agradecemos a todos que nos acompanharam, apoiaram e ajudaram a tornar realidade este sonho. Especialmente às famílias, às companheiras e aos amigos.

Encarar tudo que passamos seria impossível sem o apoio de vocês.


Fonte: O eco

Você pode apoiar uma das maiores expedições do jornalismo recente, no Brasil. Eles percorreram 1,3 mil quilômetros de Amazônia “com calma e respeito”. O meio de transporte foi a bicicleta, uma escolha que permitiu ao trio Daniel Santini, jornalista, Marcelo Schadt, fotógrafo, e Valdinei Calvento, ilustrador, conhecer a fundo o caminho que liga Lábrea, no Amazonas, a Itaituba, no Pará. Agora eles produzirão reportagens em profundidade, imagens e vídeos sobre essa aventura.



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