sexta-feira, novembro 22, 2013

PARABÉNS, PROFESSOR DR. RAIMUNDO NONATO!!

Professor Dr. Raimundo Nonato, madame Fontanille, M. Jean-Marie Grassin,
e a Beatrice, que trabalha na faculdade de Letras.

Depois de muita busca, muitas pesquisas, estudos, dedicação e determinação o professor Raimundo Nonato defende sua tese de doutorado na França. A partir de agora é: Professor Dr. Raimundo Nonato Costa!! Notícia que ele fez questão de compartilhar com todas as amizades, via facebook. Com certeza uma notícia recebida por todos os alunos e ex alunos, com muita alegria. Alegria pela conquista desse cidadão que é um guerreiro nato, desde os tempos em que era moleque lá na comunidade em que morava. 

Enquanto aluna já aprendi a admirar a competência desse excelente profissional, que além de professor é um grande amigo e companheiro de todos os alunos que têm a alegria de estudar com ele. Porém,  bem maior que a competência e inteligência é a simplicidade desse  caboclo, em sala de aula.

Com base em toda a amizade que construímos venho desejar ao professor Nonato todo sucesso e realização. Que o Deus da vida o recompense sempre com muitas Vitórias e Sucesso. 

Grande abraço professor Nonato. Abraço que amplio para me juntar e unir a todos  os colegas da Turma de Letras 2011 da UFOPA, como agradecimento pelos risos que partilhamos, pelas histórias que compartilhamos e principalmente pelos ensinamentos que nos repassa. Não apenas como um simples professor, mas também nos preparando  para vida e as batalhas que ela nos coloca. 

Parabéns, sucesso Professor Dr. Raimundo Nonato!!



Voilà! La thèse! - Isto é! A tese




Socorro Carvalho

CONHEÇA O HOMEM QUE PLANTOU UMA FLORESTA SOZINHO


Foto: hypeness


Jadav Payeng transforma um banco de areia em Majuli em uma floresta de 540 hectares. Graças a ele rinocerontes e elefantes têm onde morar

Dizem que um homem precisa fazer pelo menos uma das três coisas antes de morrer: ter um filho, escrever um livro ou plantar uma árvore. Jadav Payeng, morador de Assam, nordeste da Índia, pelo visto exagerou na terceira opção. Durante 30 anos o indiano plantou cerca de 1400 acres, o equivalente a 540 hectares ou 800 campos de futebol oficiais, na Ilha de Majuli, no leito do rio Brahmaputra.



Jadav Molai Payeng

 A ilha fluvial já sofreu erosões no solo arenoso e 70% dela já ficou alagada devido aos impactos do aquecimento global que afetaram o rio Brahmaputra. Desde 1979 Payeng se preocupava com a precariedade da Ilha e desde então buscava soluções e apoio do governo local para evitar as enchentes e, principalmente, poupar a vida dos animais.”As cobras morreram no calor, sem qualquer cobertura arbórea. Alertei o departamento florestal e perguntei se eles poderiam plantar árvores lá”, relata o indiano.

A única solução encontrada pelas as autoridades era a de plantar bambu. Sem muito sucesso, Payeng disse que chorou debruçado sobre os animais mortos ao ver as tragédias. “Não havia ninguém para me ajudar. Ninguém estava interessado”, desabafa Payeng. O indiano não se conformou e logo procurou alguma alternativa para transformar a situação.



Payeng começou a cuidar da floresta sozinho plantando árvores e vivendo por muito tempo naquele banco de areia até a vegetação crescer e dar forma a floresta de “Molai Khatoni”. Desde os 16 anos, Payeng cuida da ilha, certa vez ele relatou a um jornal indiano que precisou trazer para a ilha algumas formigas vermelhas e outros animais que serviriam de alimento para conservar a vida da fauna local. “Depois de 12 anos, vimos urubus. As aves migratórias, também, começaram a afluir aqui. Cervos e gado atraíram predadores”, afirmou Payeng.

Para Payeng, a natureza tem uma próspera cadeia alimentar e por isso deve ser protegida pelos seres humanos. A história de Payeng é tão impactante que foi tema de um documentário sobre preservação da natureza. Veja o trailler da história contada pelo diretor Will MacMaster:
 




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