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Mostrando postagens de Outubro 4, 2014

O QUE MAIS GOSTO...

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O que mais gosto é ver a poesia que se reflete em seus olhos. Naquele olhar bonito,  em meio aos olhos faceiros,  que brinca de esconde esconde, com minhas ilusões. Não há verso, poema ou poesia, que consiga definir a alegria que me detém o coração,  em cada vez que meu silêncio  se depara  com o  canto da sua voz feito canção. 
O que mais gosto encontro num fim de tarde na paisagem do por do sol, que pagina minha rima preferida. Paisagem linda, que tem cor, cheiro, canto, encanto, harmonia. Paisagem que me inspira com ardor, hálito ímpar com  aroma de amor.
O que mais gosto está escrito nas entrelinhas. Gosto do seu mistério que se faz enigma para aguçar  minha curiosidade todos os dias. O enigmático me  fascina, me seduz. É meu mais louco delírio. Gosto do encontro do seu corpo no meu esbanjando calor, soltando fagulhas que faz acender  nossa mais louca liberdade.
O que mais gosto é sentir seu gozo quente, latente. Magia doida que me envolve  em seu jeito moleque, travesso, louco. Go…

“ PODER” MESQUINHO DE UMA “ DEMOCRACIA” IMPOTENTE...

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Que “ poder” é esse que subestima a cidadania, nas entrelinhas de uma “ liderança” inoperante, “louca”, inconsequente.” Fulanas e fulanos” embebidos  numa realidade que maltrata e cala pela opressão. Na mesquinhez instalada,  num desajuste absoluto a naufragar-se  completamente no vazio da inconsequência. São eles, homens insanos, caricaturados de governantes. Enquanto na plateia da existência, mulheres e homens, sentados e desrespeitados, assistem tudo passivamente. No circo armado, o picadeiro está lotado de “palhaços”,  disfarçados de ternos engomados. A plateia  dividida, indecisa, se aglomera entre protestos e   aplausos, sem importa-se com o enredo e contexto do espetáculo. Abomino tudo. Sinto-me transtornada. Diante da alegoria, uma galera sem noção, a depositar  na urna  a ignorância em sua mais completa exatidão. A justiça de olhos fechados nem sequer percebe os injustiçados. No alarido do inconformismo,  vozes que se calam num medo que camufla  uma falsa liberdade. De repent…