sábado, maio 23, 2015

SAUDADE...

Imóvel flor
Sob a carícia do vento leve.
Uma bruma de poesia.
Há leveza, suave rima,
A voz, o timbre...
Ecos de metáforas,
Sub tendidos na loucura da fantasia.
Devaneio.
Rimas nos versos.
Refrão nas cantigas.
Enquanto em cada pétala
Frágil melodia.
Nas distância,
A quimera de desalinha.
Enquanto  a estrofe
Traduz o sabor dos beijos...
A saudade se agasalha no peito.


Socorro Carvalho

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