sábado, maio 23, 2015

SAUDADE...

Imóvel flor
Sob a carícia do vento leve.
Uma bruma de poesia.
Há leveza, suave rima,
A voz, o timbre...
Ecos de metáforas,
Sub tendidos na loucura da fantasia.
Devaneio.
Rimas nos versos.
Refrão nas cantigas.
Enquanto em cada pétala
Frágil melodia.
Nas distância,
A quimera de desalinha.
Enquanto  a estrofe
Traduz o sabor dos beijos...
A saudade se agasalha no peito.


Socorro Carvalho

Um comentário:

  1. Anônimo7:02 AM

    Olá, Help!!! Amei esse poema, como todos os outros, é encantador. Vou toma-lo emprestado e postar no meu blog, tá! srsrs
    Bjos!
    Rô...

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Agradeço sua visita, com breve retorno!! Seu comentário vem somar mais versos em minhas inspirações... grande abraço. Se quiser pode escrever diretamente para o meu email: socorrosantarem@gmail.com

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