
O dia pálido
Como folha de verão
Vaga nos confins
Do meu coração
Uma voz que vem de dentro
Como uma prece a sussurrar
Coisas tão fortes,
Coisas fáceis
De entender, de sonhar.
O dia desmaia flácido
Morre como uma canção
Devorado pela noite
Que como um fantasma
Algema meu coração.
Como folha de verão
Vaga nos confins
Do meu coração
Uma voz que vem de dentro
Como uma prece a sussurrar
Coisas tão fortes,
Coisas fáceis
De entender, de sonhar.
O dia desmaia flácido
Morre como uma canção
Devorado pela noite
Que como um fantasma
Algema meu coração.
Autoria: José Nazareno Santos Ferreira ( Poeta Paraense)
Do livro: Transas do Destino
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