terça-feira, fevereiro 06, 2007

O BEIJA FLOR


Beija Flor
Com graça e encanto
Você chega todas as manhãs
Em meu quintal
Vem beijar
As flores do meu jardim
São papoulas, rosas, jasmins...

E você dança sereno
A encher as flores de beijos e magia
Sem nada dizer, sem canto...
Apenas com o seu encanto de ser

Rara, tem a singeleza prima da natureza.
Com seu ar de pureza... Quanta beleza
Como expectadora de seu espetáculo
Contagio-me com sua delicadeza.

Ágil, seu bailar vem enfeitar
O verde que me cerca
Arisca, ágil, flutua no ar
Como a coreografar no espaço
A sinfonia do vento.

Ah, Beija Flor...
Lindo como a aquarela
Vem enfeitar de cor meu olhar
Cobrir de paz minha inspiração.

Vem Beija Flor
Beijar meu coração
Pousar na sombra da minha poesia.

Socorro Carvalho


## Todos os dias... Tenho o prazer de ver um beija flor,
que vai beijar as flores, das plantas, lá de casa.
Um espetáculo, lindíssimo, que me anima e me encanta.
E me inspira um poema de paz e esperança!
Mesmo quando tudo ao meu redor está meio nublado...
Por essas riquezas Divinas é que acredito em um amanhã melhor.
Por que sei que Deus existe e nos ama muito!!
E a felicidade pode até demorar, mais um dia, eu sei que ela virá...
Com certeza!
(Socorro Carvalho)

CONTEMPLAÇÃO



O dia pálido
Como folha de verão
Vaga nos confins
Do meu coração

Uma voz que vem de dentro
Como uma prece a sussurrar
Coisas tão fortes,
Coisas fáceis
De entender, de sonhar.


O dia desmaia flácido
Morre como uma canção
Devorado pela noite
Que como um fantasma
Algema meu coração.


Autoria: José Nazareno Santos Ferreira ( Poeta Paraense)
Do livro: Transas do Destino

RECUSA

Amor constrangido
É casulo fechado
É borboleta perdida.

Autoria: Neucivaldo Moreira
Do livro: Seleta e Outros Poemas – 2005

SOLIDÃO


A tarde desmaia suavemente
No colo da noite
Rastejando como a serpente
Bailando uma valsa de poesia.

Cobre com seu manto negro
O dia que sonolento dorme
Incerto íntegro
No deserto da solidão
A noite cavalga nas asas do vento
Como uma triste canção
Sem fim
A noite beija a face do dia
Que morre dentro de mim.



Autoria: José Nazareno Santos Ferreira (Poeta Paraense)
Do livro: Transas do Destino

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