JASON CARNEIRO -POETA PARAENSE NASCIDO EM SANTOS...




Amigas, Amigos,


Um sonho puro e bom, um sonho simples. Desses que encantam e justificam a vida. Procurá-lo já é vivê-lo. E vivê-lo, como nos ensina Helena Kolody, é transportar-se para fora das plagas deste mundo. Algo em nossa alma nos apronta para ele. Confiemos.

Grandes abraços, e boa semana,

Jason



Jason Thomas Guerreiro Carneiro é um paraense nascido em Santos, SP, em dezembro de 1972, e criado no Rio de Janeiro. Casou-se em 1997 com Larissa, sua namorada desde 1994. Acredita no Amor e na Literatura porque ambos, de muitas maneiras, salvaram a sua vida.

A família Guerreiro é uma frondosa árvore genealógica amazônica. A família Carneiro é um arbusto. A casa no Rio Comprido, onde Jason viveu entre 1983 e 1996, com os pais, a avó paterna e os três irmãos mais moços, era uma espécie de embaixada paraense.

Graduou-se em Geologia pela UFRJ em 1995. Trabalhou em Serra Pelada e na região de Carajás, para a Vale do Rio Doce, entre 1996 e 1999. Nessa época, viveu em Belém. Ao Rio Comprido somaram-se outros rios.

Em 1995 lançou seu primeiro livro de poemas, “Jardim do Teu Silêncio” (edição do autor). Em 2003, veio a público “Assim Nascem os Horizontes”, pela Ibis Libris. O primeiro, embora tenha passado despercebido pela crítica, esgotou a edição de 600 exemplares. O segundo foi acolhido por grandes nomes da crítica nacional, como Pedro Lyra e Ivan Junqueira.

Tive a honra de conhecer Jason por meio do  blog e desde então passei a receber poesias todas a quartas feiras. Poeta de mão cheia Jason tem livros editados e até fui presenteada com um deles e gostei bastante, por isso, recomendo uma visita ao site do Jason:
  CAIS DO SILÊNCIO
Para que assim você possa, também,  conhecer quanta arte se esconde por detrás desse rosto tão sério de homem e de poeta.



Socorro Carvalho




Comentários

  1. Anônimo11:26 AM

    Paraense lança filme sobre Cabanagem

    Depois de escrever e dirigir os longa-metragens Ajuê São Benedito, que trata da temática do trabalho escravo nos seringais da Amazônia, e Ajuntador de Cacos, retratando a fé e a dedicação do padre Giovanni Gallo, fundador do Museu do Marajó, em Cachoeira do Arari, no Pará, o cineasta, diretor e roteirista Paulo Miranda lança no sábado (30), em Barcarena, a partir das 19h, o filme O Cônego – Senderos da Cabanagem, da produtora Lux Amazônia.
    O filme é uma ficção inspirada em fatos históricos e conta a experiência vivida pelo cônego Batista Campos no período anterior à Revolução Cabana, que teve como desfecho a tomada de Belém em 7 de janeiro de 1835. Esse o primeiro longa-metragem de ficção do cineasta sobre a temática da Cabanagem.
    “Como obra pioneira, não busca abarcar todo o movimento cabano, mas se pauta na trajetória de uma de suas mais influentes lideranças: o cônego Batista Campos, um homem místico, militante político e intelectual a serviço da gente mais simples do Grão-Pará”, detalha o diretor.
    Resgate histórico
    O cineasta diz que embora tenha seu nome emprestado a um dos logradouros mais importantes da capital paraense, a Praça Batista Campos, o religioso ainda é um ilustre desconhecido até mesmo entre os estudantes.
    “Com o filme O Cônego – Senderos da Cabanagem, a produtora Lux Amazônia e seus parceiros querem contribuir para que este e outros personagens cabanos saiam do esquecimento a que estão relegados. O cinema tem este papel de resgatar a história e trazer à luz dos dias atuais os acontecimentos da Cabanagem”, diz Paulo Miranda.
    O diretor afirma que o cinema nacional ganha mais um trabalho com a cara e o sotaque amazônico.
    “Se antes a luta era por liberdade, autodeterminação política e econômica, hoje assume também uma importância cultural e artística, principalmente num tempo de globalização e otimização dos vários processos e meios de comunicação”, diz.
    O Cônego – Senderos da Cabanagem foi realizado pela Lux Amazônia Filmes com o patrocínio da Prefeitura de Barcarena e é fruto do projeto Filma Pará. A ação cultural integrou o poder público municipal, o empresariado e a comunidade local para viabilizar a obra cinematográfica genuinamente paraense.
    “Dar voz e articular coletivamente a ação interpretativa junto com a comunidade foram fatores inclusivos em todo o período da filmagem”, diz Paulo Miranda.
    O projeto envolveu 30 técnicos e produtores e aproximadamente 60 atores, todos selecionados e capacitados pelo coletivo da Lux Amazônia no próprio município de Barcarena. A direção de fotografia é de Sandro Miranda. A direção de Arte é de Raimundo Matos e Sandro Miranda. A direção de Produção foi feita por Ane Viana e Eliene Ribeiro. A produção Executiva ficou a cargo de Minorose Batista, Wellington Lucas e Rutinéa Miranda.

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