quarta-feira, agosto 17, 2011

PARA SEMPRE



Mais um dia de trabalho termina...
E cada vez mais tenho a certeza de que meu amor por você é PARA SEMPRE.
Saudades... Ainda bem que você veio iluminar minha tarde.
Te amo.

Socorro Carvalho

PLEBISCITO: LIDERANÇAS POLÍTICAS REÚNEM PARA DISCUTIR O FORTALECIMENTO DO SIM TAPAJÓS


Representantes de partidos políticos reuniram na sede do Instituto Cidadão Pró-Estado do Tapajós,no final da tarde, para falar sobre a atuação dos grupos na campanha. Os participantes articulam formas de unificar a divulgação entre os filiados, e ainda fazer com que os eleitores participem das atividades do ICPET, para fortalecer o SIM Tapajós 77.


Presentes na  reunião: Carlos Jaime (PT), Odete Costa (PT), Paulo Jesus (PP), Evandro Eleres (PSC), Guilherme Taré (PPS), Hilário Coimbra (PR), Emir Aguiar (PR) e representantes da coordenação executiva Comitê Municipal de Santarém, Francisco Lopes (PSB) e Luiz Azevedo (PP).

 Natashia Santana – ( é jornalista santarena)



ESTADO DO TAPAJÓS - JÁ.


Para ser estado tem que ter terras férteis:
Nossa região tem grande potencial agropecuário, com as terras mais férteis da  região norte do Brasil.

É, mas precisa de muitas riquezas naturais:
Aqui estão grandes Reservas de bauxita, calcário e ouro.

Um estado precisa de potencial turístico, que gere muitas divisas:
Resposta: aqui estão as mais belas praias do norte do Brasil, capazes de encher os olhos de turistas do mundo todo.

É preciso ter vontade:

Resposta: O povo da nossa região é bravo, lutador.
                                                   Capaz de construir um lugar melhor para se viver.                          Qualquer criança sabe: O Estado do Tapajós, é o estado de um Brasil melhor.
Estado do Tapajós- Já.

(foto de Carol Gloss)



DE OLHO NO BATE PAPO

  • Geraldo Canto 
    Ok,terras férteis talvez na região do Baixo Amazonas, quanto a parte sul, Vale do Tapajós, há sim muitas riquezas minerais a 200, 300 até a 800 metros de profundidade, porém para a agricultura, o solo é infértil, formado por calcário areni...Ver mais

    há 2 horas · 

  • Eduardo Dourado OK, Resistencia Impopular. Mas ainda temos água, vento, madeira, ouro,diamante, solo para frutas, e outros produtos agriculturáveis. É só ter boa vontade e não resistir tanto e nem ser tão impopular...rs...E as nossas mulheres? Essa riqueza não tem preço.
    há 2 horas ·  ·  1 pessoa

  • Geraldo Canto As meninas só querem caras bonitos e com carro do ano....
    há ± 1 hora · 

  • Socorro Carvalho claro, sinal de que em nossa terra as mulheres são inteligentes. Afinal de contas quem é aboba quer se casar para sustentar marido? Feio e ainda por cima pobre... rs



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PALAVRAS



As palavras são boas.
 As palavras são más.
As palavras ofendem.
As palavras pedem desculpas.
As palavras queimam.
As palavras acariciam.
As palavras são dadas, trocadas, oferecidas,
vendidas e inventadas.
As palavras estão ausentes.
Algumas palavras sugam-nos, não nos largam...
As palavras aconselham, sugerem, insinuam,
ordenam, impõem, segregam, eliminam. São melífluas
ou azedas.
O mundo gira sobre palavras lubrificadas
com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios
de palavras que vivem em boa paz com as suas
contrárias e inimigas. Por isso as pessoas fazem o
contrário do que pensam, julgando pensar o
que fazem.
Há muitas palavras. E há os
discursos, que são palavras encostadas
umas às outras, em equilíbrio instável graças
a uma precária sintaxe, até ao prego final do
Disse ou Tenho dito. Com discursos se comemora,
se inaugura, se abrem e fecham sessões, se
lançam cortinas de fumo ou dispõem bambinelas
de veludo. São brindes, orações, palestras e
conferências.
 Pelos discursos se transmitem
louvores, agradecimentos, programas e fantasias. E
depois as palavras dos discursos aparecem deitadas
em papéis, são pintadas de tinta de impressão - e por
essa via entram na imortalidade do Verbo. E as palavras
escorrem tão fluidas como o
"precioso líquido". Escorrem interminavelmente,
alagam o chão, sobem aos joelhos,
chegam à cintura, aos ombros, ao pescoço.
É o dilúvio universal, um coro desafinado
que jorra de milhões de bocas. A terra segue o seu
caminho envolta num clamor de loucos, aos gritos,
aos uivos, envoltos também num murmúrio manso,
represo e conciliador... 


E tudo isso atordoa as estrelas
e perturba as comunicações, como as tempestades
solares. Porque as palavras deixaram de comunicar.
Cada palavra é dita para que se não ouça outra
palavra.
A palavra, mesmo quando não afirma,
afirma-se.
A palavra não responde nem pergunta:amassa.
A palavra é a erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano.
 A palavra é poeira  nos olhos e olhos furados.
 A palavra não mostra. A palavra disfarça.
 Daí que seja urgente moldar as palavras
para que a sementeira se mude em seara.
Daí que as palavras sejam instrumento de morte - ou de salvação.
Daí que a palavra só valha
o que valer o silêncio do ato. Há também o silêncio.
O silêncio, por definição, é o que não se ouve.
O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa.
O silêncio é fecundo.
O silêncio é a terra negra e fértil,
o húmus do ser, a melodia calada sob a luz solar.
Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras.
As palavras boas e as más. O trigo e o joio.
Mas só o trigo dá pão.





José Saramago

PARABÉNS EVERALDO CORDEIRO!!!

Everaldo Cordeiro- Santareno, Pedagogo pela UFPa, Especialista em Gestão Escolar pela UNAMA  e Mestrando em Comunicação e Cultura pela UFPA

Acabei de participar do Debate sobre divisão territorial do Pará na Unama - Universidade da Amazônia, a maioria do contra... mas fui lá e falei, olhando nos olhos, respeitem o Tapajós! Nossa luta é legitima! Falei em nome do nosso povo e das nossas reais necessidades. Pode até ter politiqueiros encampando a luta por interesses mesquinhos em nossa região... mas nossa luta nasce das necessidades reais do novo povo!!!


 Everaldo Cordeiro

PLEBISCITO: TEMA 'DIVISÃO DO PARÁ' ESQUENTA DEBATE ACADÊMICO


Para possibilitar a compreensão e reflexão crítica, por parte de toda a comunidade acadêmica, acerca dos principais argumentos, significados e implicações econômicas e geopolíticas do projeto de divisão territorial do Pará, a Universidade da Amazônia reuniu especialistas para conduzir um debate sobre o tema. O evento aconteceu, ontem,  terça-feira (16) às 19h, no Auditório David Muffarrej (Unama/Campus Alcindo Cacela).

Os convidados para o debate  o Prof. Dr. Carlos Augusto da Silva Sousa (Unama); Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha (Numa/UFPA); e representantes do Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP).

No evento, forma debatidas as realidades regionais da capital e das mesorregiões sul-sudeste e oeste paraenses, a partir de variáveis econômicas, políticas, sociais, ambientais e culturais, como densidade demográfica, investimentos públicos e indicadores de saúde e educação. A meta é refletir sobre a reordenação do território paraense até o dia 11 de dezembro, data marcada pelo Congresso Nacional para a realização do plebiscito, no qual os eleitores do Pará vão se manifestar nas urnas a respeito das propostas de criação dos Estados do Tapajós e de Carajás.

Um dos debatedores do evento, o professor doutor da Unama Carlos Augusto da Silva Souza, realizou um trabalho aprofundado sobre o tema. Intitulada “Redivisão territorial no Estado do Pará: motivações políticas e impactos econômicos e sociais”. A pesquisa, de 2010 e 2011, reúne dados das administrações públicas estadual e federal, indicadores de desenvolvimento, Produto Interno Bruto (PIB), repasses da arrecadação municipal, consumo de energia, extensão territorial, densidade populacional e de transportes, entre outros.

A palestra "A divisão territorial do Pará: interesses e implicações econômicas e geopolíticas" é organizada pelos cursos de Mestrado em Administração; Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano; Graduação em Administração; e Graduação em Ciências Sociais, da Universidade da Amazônia. (Ascom/Unama)




PLEBISCITO TAPAJÓS/CARAJÁS: O QUE FEZ O JORNAL O LIBERAL MANEIRAR A PAUTA?

A manchete de O Liberal, impensável há duas semanas.
O que teria motivado a mudança de foco?


O jornal O Liberal deu uma leve guinada na sua cobertura do movimento emancipacionista do Tapajós e Carajás. Pelo que se leu domingo passado no Caderno Especial, intitulado "Dia da adesão, ano da divisão?", percebe-se que houve jornalismo nessa edição, substituindo a militância aberta contra as pretenções das regiões Oeste e Sul/Sudeste.

Dá uma no cravo, outra na ferradura. A manchete do caderno diz "De um país que se chama Pará" e, no rodapé da mesma página, traz: "Lídia e Tião, canto que se une contra o abandono do Tapajós", sonorizando justamente o que se fala nos municípios do Oeste, de que o Estado do Pará privilegia outras regiões em detrimento daquela.

Publica entrevistas relativamente mais equilibradas, mais jornalísticas, como a do historiador Geraldo Mártirtes Coelho e do arqui-inimigo do movimento, deputado Zenaldo Coutinho, que reconhece que "O Brasil impede que o Pará gere mais emprego e mais renda".

Mostra as opiniões de deputados na Câmara e na Assembléia Legislativa e, "sacrilégio", dá meia página para dois líderes separatistas, Giovanni Queiroz e Lira Maia, sob o título "Giovanni e Lira dizem que Pará sairá forte".

Na outra página, entrevista o advogado Paraguassú Éleres, que repete o que o empresário Oziel Carneiro disse na década de 1980, que o Pará terá seu território dividido, agora ou no "próximo século".

Na página 3 traz meia página de publicidade do Grupo Yamada, dando a impressão que o maior grupo empresarial do Pará está firme na campanha do contra.

Bem que o jornal poderia trazer também uma reportagem mostrando a quantidade de imóveis que os Yamada estão comprando vorazmente na cidade de Santarém (na BR-163 parece que também). Hoje já é o maior grupo comercial da região Oeste. Se fossem contra o Estado do Tapajós, estariam fazendo esses investimentos lá? Até um estádio de futebol compraram. Na Avenida Tapajós, compraram dois enormes imóveis que hoje são as maiores lojas do lugar.

Então, o que teria levado O Liberal a essa alteração de pauta? Teria sido algum aviso justamente de alguns empresários/anunciantes para que o jornal maneirasse a sua militância e sua posição abertamente contrária? Como se sabe, empresário gosta mesmo é de dinheiro e vai atrás dele onde ele está ou poderá estar amanhã. O resto, é resto.


SAUDADES DE VOCÊ...



Mais um dia...
 Sem seu cheiro,
Sem sua presença, 
Sem sua voz, 
Sem seu sorriso...
Sem você.
Mais um dia que o sol vai se por.
E findar mais um dia sem que eu possa ver você.

Sem você a paisagem fica triste, a hora permanece estagnada,
 tudo fica sem graça e o tempo não passa... não passa.
Não tenho certeza...
Mas pelos sintomas penso que hoje acordei com saudades de você.

Socorro Carvalho

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