quinta-feira, janeiro 12, 2012

O TEMPO


As horas passam apressadas
De repente...
Nem me dei conta do tempo que perdi na ânsia de esperas e encontros.
Hoje...
Um tempo depois vejo o relicário da existência e percebo
Que apesar das minhas tentativas e procuras vãs
O tempo não espera para que eu as solidifique...
O tempo não espera até que sare minhas angustias e decepções...
Enquanto a vida segue cheia de evasões. 
Ah, maldita espera... desse tempo em vão. 


Socorro Carvalho



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