sexta-feira, fevereiro 01, 2013

DELÍRIO CINECLUBISTA 2013 – UMA HOMENAGEM ESPECIAL DE CINECLUBISTAS PARA CINECLUBISTAS!


Salve apaixonados pelo cinema! O cine Puraqué em parceria com o Cineclube Primeira Estação começa oficialmente suas atividades cineclubistas 2013 com um encontro pra lá de especial. Trata-se da primeira sessão cineclubista do ano na maloca puraqueana com o lançamento do filme nacional: “Delírios de um cinemaníaco”, realizado colaborativamente pela produtora Filmes para Bailar e pelo Fora do Eixo – São Carlos. O longa conta a cinebiografia de José de Oliveira, um dos pioneiros do cinema brasileiro, voltado especialmente para cineclubistas rodarem nos seus espaços comunitários digitais.

Um homem que desde a sua infância até a velhice, viu a morte levar seus familiares e maiores amigos, mas encontrou no amor por Edna e na paixão pelo cinema, forças para encarar as mazelas da vida, vivendo em um grande delírio cinematográfico. Para abrilhantar ainda mais este encontro, no final desta sessão, vamos ter a participação virtual do cineastas do filme, Carlos Eduardo Magalhães, Dudu e Felipe Barqueti. Agora é com você, participe, convide mais alguém e venha se emocionar novamente com a magia da sétima arte com muito diálogo e roda de conversa no final da exibição, prática tradicional do cineclube! Entrada livre!

Fique conectada na programação da agenda Puraqué:

Serviço comunitário:
Cineclube Primeira Estação – Puraqué

“Delírios de um cinemaníaco”, 2013

Hora: 18h (sábado)

Dia: 2 de fevereiro de 2013

Local: Casa Puraqué – Rua Vitória Régia 223, bairro Amparo, próximo da antiga fábrica de asfalto.

ENTRADA GRATUITA


Delírios de um cine maníaco, a história de um pioneiro do cinema

O filme Delírios de um cine maníaco conta a história de José de Oliveira, mais conhecido como Zé Pintor, um dos pioneiros na atividade cinematográfica na cidade de São Carlos (SP) e autor de diversos filmes que, além de contar histórias, promoviam a aproximação da sociedade são-carlense junto ao mundo do cinema, uma vez que Zé Pintor produzia seus filmes de forma independente e utilizava como atores amigos e pessoas próximas a ele...

MEU VERSO É VOCÊ!


Em cada verso que fiz
Meus sonhos eu descrevi
E em cada palavra esperança senti
De viver uma realidade que nunca vi.

Sonho lindo foi te encontrar
Estes versos te passo a dedicar
Do sonho fizeste me acordar
Para uma nova realidade que adoro estar.

Deste amor poderia sair magoado
Te amo muito e não consigo ficar silencioso
Na minha vida te dei o principal papel
E nesta imensa bola de vinagre
És a minha luz, a minha gota de mel
Adoro o viver deste gostoso cocktail.

Agora canto, sorrio e danço
Não sei se este presente
veio de Deus ou de uma fada
Só sei que contigo tenho tudo.
Não preciso de mais nada.

Em cada poema que farei
Sentimentos neles descreverei
Em cada palavra direi
Só a ti, muito amarei.


                                  (António Maia)

AI QUE SAUDADE D'OCÊ,,,


Não se admire se um dia,

um beija flor invadir

A porta da tua casa,

te der um beijo e partir

Foi eu que mandei o beijo

que é pra matar meu desejo

Faz tempo que eu não te vejo,

ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar,

escreva uma carta pra mim

Bote logo no correio,

com frases dizendo assim

Faz tempo que eu não te vejo,

quero matar meu desejo

Lhe mando um monte de beijo

ai que saudade sem fim

E se quiser recordar

aquele nosso namoro,

quando eu ia viajar

Você caía no choro,

eu chorando pela estrada,

mas o que eu posso fazer

trabalhar é minha sina

eu gosto mesmo é d'ocê



Fagner

" Ai que saudade sem fim."..

OCEANO


Assim
Que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão,
Dava prá ver o tempo ruir
Cadê você?
Que solidão!
Esquecera de mim?

Enfim,
De tudo o que
Há na terra
Não há nada em lugar
Nenhum!
Que vá crescer
Sem você chegar
Longe de ti
Tudo parou
Ninguém sabe
O que eu sofri...

Amar é um deserto
E seus temores
Vida que vai na sela
Dessas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor...

Vem me fazer feliz
Porque eu te amo
Você deságua em mim
E eu oceano
E esqueço que amar
É quase uma dor...

Só sei viver
Se for por você!

Djavan

A ROSA



Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho. Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo.

Ali se pôs a fazer a sua oração cheia de vida, dialogando com Jesus. Ouviu, então, em meio ao silêncio, a voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: venha aqui. Venha ver a rosa. Ele olhou para os lados, para frente, e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez: Venha ver a rosa.

Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: venha ver a rosa. Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.

Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa. Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com ele com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? 

Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho. De fato, era um espetáculo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. Dali podia-se perceber um raio de luz do sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris.

E o trabalhador, extasiado, exclamou: é a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.

O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso  comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo. Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente. 

Realizemos esta experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido diferente onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.

(autor desconhecido)

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