quinta-feira, agosto 01, 2013

MENINO QUE FEZ O PAPA CHORAR NO BRASIL É RECEBIDO COMO "HERÓI" DE VOLTA AO COLÉGIO




Nathan de Brito, o menino que fez o Papa Francisco chorar com um forte abraço e seu desejo de ser sacerdote, nas ruas do Rio de Janeiro em sua recente viagem ao Brasil, foi recebido como um herói pelos seus colegas de colégio no reinicio das aulas em 30 de julho.

Conforme informa o jornal "O Globo", Nathan foi recebido entre vivas, abraços e um ambiente de grande alegria entre seus companheiros de escola em Cabo Frio, região dos Lagos do Rio. "Foi recebido como um herói pelos seus colegas de uma escola municipal onde estuda no bairro de Passagem".

Com o seu uniforme e uma cruz no peito, a mesma que receberam todos os jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), Nathan também foi acolhido em meio de aplausos.

"Todos, que já sabiam de seu desejo de ser sacerdote, queriam saber como foi o encontro com o Papa e como o pequeno teve a coragem de furar o bloqueio dos agentes de segurança", assinala o meio de imprensa.

Os amigos do pequeno afirmam que é uma grande emoção saber que um dos seus pôde estar muito perto do Papa e a família do menino assinala que eles também "se sentem agora abençoados".

"Tenho que aprender um pouco de teologia" e outras coisas, disse o pequeno Nathan cujo nome foi escolhido pelos seus pais porque significa "presente de Deus", e assegura que está preparado para aprender "tudo" o que lhe exija a vocação sacerdotal.

Entrevistada pelo "O Globo", uma de suas professoras, Keyla Fernandes, destacou que o menino "tem um ótimo rendimento escolar e um bom comportamento. Esse bom comportamento deixa ver os princípios cristãos bem enraizados como o da obediência".

Para o sacerdote Valdir Mesquita, pároco da Igreja Nossa Senhora da Assunção onde Nathan costuma frequentar, o encontro do Papa com o menino "vai servir de inspiração para muitos outros que desejam ser sacerdotes".

"Desde que era mais novinho, desde os 5, 6 anos, ele já comentava que queria ser sacerdote. Certamente este encontro vai estar em seu coração e marcará para sempre sua vida", adicionou.

Em 26 de julho, Nathan furou a barreira de segurança, chegou ao papamóvel e pôde abraçar o Papa Francisco várias vezes, contou-lhe de seu desejo de sacerdote e o Santo Padre lhe ofereceu que rezaria por ele.

Nathan resistia a que o afastem do Santo Padre, sujeitando-se com todas suas forças ao papamóvel. Depois do Papa Francisco dar-lhe a bênção, um dos guardas de segurança conseguiu tirá-lo do veículo e o menino com os olhos cheios de lágrimas colocou as mãos no peito e cobriu seu rosto para continuar chorando, enquanto era acompanhado pelo guarda que tentava consolá-lo até chegar onde estava um familiar entre a multidão.

     Fonte: ACI Digital

AFETOS IMPOSSÍVEIS



O que acontece quando o nosso desejo desafia a lei da gravidade


Conheço um sujeito que se apaixonou pela cunhada. Um dia começou a pensar nela antes de dormir. Pouco depois, percebeu que não via a hora de encontrá-la nas reuniões de família. Não que fosse uma beldade, ele me disse. Era apenas uma gordinha brejeira, diferente da pálida elegante que ele namorava. De tanto desejar a mulher do irmão, começou a imaginar que ela também o queria. Achou que percebia olhares, sorrisos, raspões de corpo na porta da cozinha. Um dia, meio bêbado no almoço de domingo, na casa dos pais, teve certeza de que ela tocava os pés dele embaixo da mesa. Uma loucura.

Como não era personagem do Nelson Rodrigues, nem a vida dele uma tragédia suburbana, num dado momento o surto passou, antes que ele tivesse tempo de fazer qualquer loucura. De alguma maneira, percebeu que, em vez paixão, o que estava sentindo era puro assanhamento - explicável, em boa medida, pelos problemas dele com a namorada. Quando as coisas recomeçaram a funcionar na intimidade dele, a cunhada voltou a ser apenas a mulher sorridente e carinhosa que sempre fora.


Por trás dessa história inofensiva existe algo que eu chamo de “afetos impossíveis”. O alvo desses sentimentos insolúveis pode ser qualquer pessoa, mas a situação é sempre a mesma: uma fantasia amorosa invade a nossa consciência e ocupa o espaço da vida real. Em vez de mandá-la para o ralo dos devaneios inconfessáveis, nós abraçamos a aberração. Então os problemas começam.

FALA BAIXINHO (SHII)




Xiii... fala baixinho que ninguém pode saber que a gente tá aqui
Xiii... vamos com calma, devagar, que desse jeito ninguém vai dormir
Sabe que a gente não escolhe a hora e nem lugar
Junta a fome com a vontade de comer
Você me olha e morde os lábios pra me seduzir
Acende a luz pra ver desejo em minha cara

Xiii... segura a fera tem que ser devagarinho pra ninguém ouvir
Xiii... vou pôr a mão na tua boca pro rugido não escapulir
Se alguém nos pega é sacanagem, quebrar o clima dessa viagem
O nosso filme não pode queimar você
Mas quando bate a tentação a gente fica sem noção e perde a linha sem querer saber
Aí é outra dimensão, quatro paredes e nós dois... e nada fica pra depois

Cara na cara, pele na pele, suor pingando, o corpo em febre.
Você em transe, sussurrando, segurando a voz...
Eu viajando no céu da boca, você rasgando a minha roupa de baixo dos lençóis.

Grupo Revelação

* Delícia de música. Bem estilo dos meus poemas...rsrs  Amei.
Obrigada Jaqueline e Patrícia pela indicação... ufaaa!!rsrs
E.. curta e curtam ai...kkkkk
"Xiii... fala baixinho que ninguém pode saber que a gente tá aqui"


SIMPLESMENTE... INESQUECÍVEL!!



Demétrio Júnior
Meu amor, lembro  muito bem de dois anos atrás.
-Aceita namorar comigo?
Passei minutos pensando. Pensei que nunca tinha visto um garoto tão lindo, com os olhos que expressam uma magia tão boa, pensei no teu sorriso pequeno e na tua risada alta, lembrei que eu te achava tímido mas que depois se tornou um palhaço falante. Passou um filme na minha cabeça.
Vc já estava inquieto e nervoso:
-Aceita, amor?
E eu te abracei forte e falei em seu ouvido:
- É tudo que eu sempre quis!

Você me faz muito feliz, meu amor. Que nosso amor dure e que sejamos sempre apaixonados.
Ainda pretendo dar muitas risadas com nossas brincadeiras infantis, quero continuar rindo do seu umbigo e que vc continue tomando iogurte no meu rosto.... Kkkkk
Sua preta  te ama demais!

Karen  Duarte

·         Lindo, Karen! Continue cuidando bem desse menino, que é dono de uma essência linda e abençoada. Desejo a vocês toda felicidade! Por tudo que você me falou sobre o Demétrio, tenho a alegria de postar seu carinho e amor por ele. Que Deus os abençoe, sempre. Beijos  Socorro

QUANDO NOS APAIXONAMOS

Quando nos apaixonamos, ou estamos prestes a apaixonar-nos, qualquer coisinha que essa pessoa faz – se nos toca na mão ou diz que foi bom ver-nos, sem nós sabermos sequer se é verdade ou se quer dizer alguma coisa — ela levanta-nos pela alma e põe-nos a cabeça a voar, tonta de tão feliz e feliz de tão tonta. E, logo no momento seguinte, larga-nos a mão, vira a cara e espezinha-nos o coração, matando a vida e o mundo e o mundo e a vida que tínhamos imaginado para os dois. Lembro-me, quando comecei a apaixonar-me pela Maria João, da exaltação e do desespero que traziam essas importantíssimas banalidades. Lembro-me porque ainda agora as senti. Não faz sentido dizer que estou apaixonado por ela há quinze anos. Ou ontem. Ainda estou a apaixonar-me.

Gosto mais de estar com ela a fazer as coisas mais chatas do mundo do que estar sozinho ou com qualquer outra pessoa a fazer as coisas mais divertidas. As coisas continuam a ser chatas mas é estar com ela que é divertido. Não importa onde se está ou o que se está a fazer. O que importa é estar com ela. O amor nunca fica resolvido nem se alcança. Cada pormenor é dramático. De cada um tudo depende. Não é qualquer gesto que pode ser romântico ou trágico. Todos os gestos são. Sempre. É esse o medo. É essa a novidade. É assim o amor. Nunca podemos contar com ele. É por isso que nos apaixonamos por quem nos apaixonamos. Porque é uma grande, bendita distração vivermos assim. Com tanta sorte.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público (14 Fev 2012)'

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