CAMPANHA DO MEIO AMBIENTE PREPARA POPULAÇÃO PARA COLETA SELETIVA


“Separe o lixo e acerte na lata”.  A campanha vai preparar e educar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País.

 Para que a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos possa ser o mais rápido possível absorvida pela população brasileira, o Governo Federal , por meio do Ministério do Meio Ambiente lançou, em junho deste ano, a campanha: Separe o lixo e acerte na lata. O objetivo da campanha é preparar e educar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País. Além da mobilização da sociedade, a campanha do MMA sobre os resíduos sólidos pretende:

1 - Ressaltar a riqueza ambiental e social do lixo. Na questão ambiental, a intenção é demonstrar o desperdício de recursos naturais consumidos na fabricação de novos produtos e a poluição provocada pela sua manufatura. Na questão social, estamos mostrando a correta separação do lixo e o impacto positivo que isso traz aos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, garantindo dignidade e renda para essa população. Por isso, mesmo que em sua cidade não exista ainda o serviço de coleta seletiva, esse simples gesto ajuda e facilita a vida dos catadores.

2 - Estimular a prática do consumo consciente e a redução do volume do lixo. Aqui, será considerada e avaliada a necessidade do consumo; a escolha de produtos com menor volume de embalagem; e forma de descarte de embalagens para redução do volume do lixo.

3 - Divulgar as soluções propostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a cerca da logística reversa dos itens previstos na lei e demais encaminhamentos do Comitê Interministerial para discussões sobre a nova política.

História - Há mais de 20 anos, o Brasil esperava pela aprovação de um arcabouço legal que definisse instrumentos e responsabilidades para a geração dos mais diversos tipos de resíduos sólidos, entre eles, a novidade dos  materiais eletrônicos, para os quais não existe lei federal definindo o descarte. O que se pretende com a nova política nada mais é do que a proteção da saúde pública e da qualidade ambiental, a adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais e  a gestão integrada de resíduos sólidos, entre outros. Um outro importante objetivo é a integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. A nova política é clara em definir de que forma se dará o gerenciamento de resíduos sólidos, indicando inclusive sua ordem de prioridade que será a de não-geração, a de redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente



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