UFOPA INICIA SEMESTRE LETIVO COM RECEPÇÃO À COMUNIDADE ACADÊMICA


Hoje, dia 22 de agosto, começa as atividades acadêmicas do segundo semestre letivo da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Para comemorar o início das aulas, a UFOPA fará uma programação especial de recepção aos seus alunos. Aberto à comunidade acadêmica, o evento será realizado no auditório do novo prédio do Centro de Formação Interdisciplinar (CFI), situado na entrada do Campus Tapajós, na R. Vera Paz, bairro do Salé, em Santarém (PA).


A atividade será realizada no início dos turnos matutino, às 8 horas; vespertino, às 14 horas; e noturno, às 18 horas. O evento contará com a participação do reitor da UFOPA, Prof. Dr. José Seixas Lourenço; do pró-reitor de Ensino de Graduação, José Antônio Oliveira Aquino; e dos diretores dos institutos que compõem a UFOPA: Biodiversidade e Florestas (IBEF), Ciências da Educação (ICED), Ciências da Sociedade (ICS), Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) e Engenharia e Geociências (IEG).

Fonte: Comunicação/UFOPA

Comentários

  1. Anônimo11:11 AM

    A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS
    O POVO NÃO DEVE SER EGOISTA.

    Comentário:
    Anselmo Colares

    Professor doutor da UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará)


    Com certeza, o Pará nunca mais será o mesmo.
    Seja qual for o resultado o Pará vai estar dividido.
    Melhor será se a divisão decorrer do SIM,
    pelo menos cada porção seguirá seu rumo,
    terá a chance de fazer a sua história,
    nas quais os governantes possam tomar decisões mais sintonizadas com as pessoas que se encontram mais próximas.
    Se o resultado for o não,
    aumentará o sentimento de superioridade que muitos belemenses demonstra ter com relação ao povo do interior,
    mocorongos,como eles costumam identificar aos demais.
    Ficará mais nítido o comportamento de colonizador que foi incorporado por essa parte da população que vê o “interiorano” com desprezo, preconceito e desdém.
    Por essas e outras questões, o Pará não será mais o mesmo.
    De minha parte, espero que o Pará fique ainda melhor,
    com seus governantes podendo dar a assistência que sua população merece e necessita,
    na medida em que fiquem mais próximos a ela,
    da mesma forma que espero possa acontecer o mesmo com o Estado do Tapajós e Carajás.
    Prefiro otimisticamente me inspirar nos fartos exemplos exitosos que a história nos apresenta,
    tanto no Brasil quanto em outras regiões do mundo.
    Grandeza não é sinônimo de tamanho.
    Há grandes pessoas com medidas modestas,
    há grandes países e até grandes municípios, bem menores que o Pará.
    Não justifica o receio de que a divisão enfraqueça, diminua.
    Pelo contrário, a divisão propicia crescimento.
    A divisão das células tornou possível a cada um de nós ser o que somos.
    A divisão é o símbolo da solidariedade.
    O seu contrário denota egoísmo.
    Pelas razões expostas, reafirmo,
    o Pará não será mais o mesmo após o 11 de dezembro,
    assim como o mundo não foi mais o mesmo após o 11 de setembro.
    Mas, ao contrário daquela data,
    que gerou destruição e morte,
    agora há uma nova possibilidade:
    esperança e nascimento.
    Somente o “SIM” carrega esta possibilidade.

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