quinta-feira, fevereiro 03, 2011

PARABÉNS, EMERSON!!! TE AMOOOOO.... MUITOOOOO!!!!



Ontem, 02 de fevereiro foi o aniversário do meu sobrinho Emerson (filho caçula da minha irmã Augusta).

Emerson é nosso xodó!! Todo mimoso é uma de nossas diversões preferidas!!

Inteligente, entende tudo e fala tudo.

Celular? Hum! Não deixe muito solto...

Pois se deixar ele acha os jogos em um passe de mágica. Ganha de mim que ainda nem conheço todas as funções do meu novo aparelho.rsrs

E olha que ontem, ele só completou 04 aninhos de vida!!

A brincadeira preferida é empinar papagaio, pode?

Pode sim. Emerson quando acorda já começa a procurar os papagaios no ar...

E de repente, lá está gritando:

_ “ Felipe olha só aquele “porrudão” lá no céu”.rsrs

O mais legal é quando o pingo de gente vê o papagaio passeando...

Ah, ele entra em êxtase...kkkk

Sai correndo e gritando lá pro portão, sem olhar pro chão, dizendo:

_ “ Já foi-te! Já foi-te”!!! kkkkk

È uma graça!!

Um dos mimos da minha vida e de nossas vidas!!!

Emerson acorda muito cedo e vai logo ao encontro da mamãe.

E quando a encontra diz:

_ “ Vó, quero tomar alguma coisa....” rsrs

E a mamãe coloca café com leite, com pão, com cuscuz, com bolacha, com bolo, não importa, lá em casa ele gosta de tudo. rsrs

Tem como não se prender a uma coisa dessas? Rsrs

Eu, sou fissurada por ele.

E ontem reunimos com oração e tudo. Depois o tradicional bolo com cobertura de chocolate ( que por sinal estava uma delícia, humm).

E claro, não faltou o primo Paulinho para apagar a velhinha antes do aniversariante, foi um show.

Emerson estava lá, rodeado por nós e até com a presença das primas que ele tanto gosta Aline, Maria Clara e Ruth, foi demais.

Depois dos parabéns o primeiro pedaço foi para a Ruth!!

Ai que delícia!!! Que vontade de lamber!!!! rsrs
 
Sabe de uma coisa... eu vou lamber a festa é minha...kkkkkk
 
Mas antes desse primeiro pedaço.... kkkkk foi outro show... ele queria lamber e lambeu a cobertura que estava na faca... Quase nos mata de rir.

Criança é assim mesmo. Tornam nossas vidas mais alegres e muito nos divertem.

Depois de tudo isso só queremos desejar ao Emerson Saúde para que ele esteja sempre lindo e inteligente, entre nós, que tanto o amamos!!!

Deveria ter postado ontem essa homenagem mas...

A produção do gif foi feita ontem, mesmo. Só que na hora de postar... não tinha internet.

Por isso só hoje estou aqui deixando essa mensagem com a foto desse menino lindo que amo de paixão!!

Valeu Emerson e que sua vida seja sempre uma constante alegria para você e principalmente para nós!!!



Eu amo, nós amamos você, Emerson!!

Feliz Aniversário!!!


Beijos da titia


Xocorro e de toda a turma lá de casa


...MEU NOVO LAR, MEU NOVO AMOR...

Nessa tarde de clima manso, senti o meu corpo pensando em nós dois. Ele suspirava teu cheiro e se encontrava num belo conflito de interrogações: “estar na ‘tua casa’ é ‘estar em casa’? Sentir-se desafiado a não tomar atitudes que outrora tomava e me embriagava seria uma nova bebida mais saudável?” Por que, no momento, minha razão é quase como uma embriaguez – um momento no qual não se vê claramente o que se tem a frente, a não ser uma coisa: o caminho de volta, de casa, aquele que sempre acolhe e está pronto a receber... Mas voltar, para você, é não querer encarar o futuro presente, é não dar asas ao sonho de voar acompanhado. Um pensamento que é também compartilhado por mim, e que me tem treinado o exercício de definir os rumos, o futuro, nós dois, a possibilidade de sonhar acordado com alguém fazendo cafuné...

Lembro do dia em que me disse que o lar é o local onde você se encontra, acompanhado. Hoje, partilho do mesmo pensamento, com uma conclusão inevitável: nunca tinha me sentido em um lar “fora de casa”, e ao me deparar com essa realidade, meu corpo encontra, enfim, a resposta ao seu conflito: – estou em um novo lar, não somente em uma nova casa, estou nos braços de uma grande mulher, e mulher única...

Então, percebo o limite (ou seria angústia?) do meu novo querer ser: ele tem espaços pré-definidos, ele quer, já sabendo e experimentado o que deseja, ele encontrou subitamente o que esperava encontrar com mais tempo de estrada. Feito descoberta de um aventureiro, vive intensamente o que tem descoberto. E você é a descoberta! Uma vez lhe disse, amada: “você veio do futuro, encontrou-me primeiro do que eu. Antes que eu chegasse até você, chegaste até mim. Fui conquistado antes que eu pudesse fazer essa conquista...”


O amor me veio como advento, antes mesmo que eu chegasse a ele, sem dá tempo para me preparar, e ao mesmo tempo, me ajudando a encarar o agora mais decisivo dilema da vida: está em um novo lar, no qual o ‘eu’ é construtor com total consciência disso, vivendo e sentindo cada estágio da construção. E assim estou, construindo, edificando a obra, ao teu lado. E de vez em quando sinto um peso de “200 quilos” dessa nova realidade, o que para você é motivo de risos...

Ainda sinto vontade de visitar e passar uns dias em meu primeiro lar, no terreno das minhas lembranças. Essa é uma parte da história que o tempo permite, porque não há vida sem passado, sem memória. Diria que a lembrança é uma parte da história que a memória nos permite, e não necessariamente uma volta ao passado. Mas por ora, estou amando o meu presente, filmando-me em meu futuro.


F. Cesar Sousa


Feliz Aniversário, meu Amor!!!


CONVOCATÓRIA: GRANDE ATO EM BRASÍLIA CONTRA BELO MONTE

Grande ato em Brasília contra Belo Monte
Contra as mega-hidrelétricas na Amazônia!
Mais de meio milhão de pessoas já assinaram as petições contra Belo Monte, que serão entregues no Palácio do Planalto!

Na terça-feira, dia 8 de fevereiro, centenas de indígenas, ribeirinhos, ameaçados e atingidos por barragens, lideranças e movimentos sociais da Bacia do Xingu e de outros rios amazônicos estarão em Brasília para protestar contra o Complexo Belo Monte e outras mega-hidrelétricas destrutivas na região. Também irão exigir do governo que rediscuta a política energética brasileira, abrindo um espaço democrático para a participação da sociedade civil nos processos de tomada de decisão.

Convocamos todos os nossos parceiros e amigos, e todos aqueles que se sensibilizam com a luta dos povos do Xingu, a se juntar a nós, porque, mais que o nosso rio, está em jogo o destino da Amazônia.

A concentração para o ato ocorrerá às 9hs, no gramado em frente à entrada do Congresso Nacional. Após o protesto, uma delegação de lideranças entregará à Presidência da República uma agenda de reivindicações e as petições contra Belo Monte.

Participe, e ajude a convocar!

Movimento Xingu Vivo para Sempre - MXVPS

Conselho Indigenista Missionário - Cimi

Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB

Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira - COIAB

Instituto Socioambiental - ISA

AVAAZ

Contatos:

Renata Pinheiro – MXVPS (93) 9172-9776

Cleymenne - Cimi (61) 9979-7059

Maíra – Cimi (61) 9979-6912

"NOVOS PARADIGMAS DE PRODUÇÃO E CONSUMO; EXPERIÊNCIAS INOVADORAS" É O TÍTULO DO NOVO LIVRO LANÇADO PELA FUNDAÇÃO BB E INSTITUTO PÓLIS

A Fundação Banco do Brasil lançou, em parceria com o Instituto Pólis, o livro "Novos paradigmas de produção e consumo; experiências inovadoras". O objetivo da publicação é promover o debate sobre a implantação e reaplicação de tecnologias sociais.

O livro, de 468 páginas, é dividido em doze capítulos e aborda temas como economia solidária e desenvolvimento sustentável, além de experiências bem sucedidas de diversos projetos como a implantação de bancos comunitários e sistemas agroflorestais.

De acordo com o presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Streit, a publicação se relaciona com o conceito e a prática da Tecnologia Social, que busca o desenvolvimento sustentável e a melhoria de vida das pessoas. "A Fundação BB tem a satisfação de contribuir para o debate sobre novos paradigmas de produção e consumo e é com esse entendimento que nos dedicamos a construir a reaplicar tecnologias sociais nas áreas de educação e trabalho e renda", afirma.

A publicação também traz exemplos de casos bem sucedidos em desenvolvimento local como a Produção Agroecológica Sustentável - PAIS e a Associação dos catadores de Papelão e Material Reciclável - ASMARE, ambas receberam investimentos sociais da Fundação BB.


Por Laura Muradi
Fonte: Fundação Banco do Brasil

É O FIM DO CAMINHO?

 
Ponte da comunidade  Suruacá, Sitio santa Quitéria no  Rio Tapajós.  

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É à noite, é a morte, é o laço, é o anzol

Esses são os versos iniciais de “Águas de Março”, célebre música composta por Tom Jobim no fim dos anos 50. Tom compôs este e diversos outros sucessos enquanto visitava o sítio da família na localidade de Poço Fundo, a 40 minutos de Petrópolis. A beleza da região serrana do Rio de Janeiro parece sem dúvida ter ajudado muito em sua inspiração. A poesia de Jobim fala sobretudo da vida – o vento ventando; uma ave no céu; é a promessa de vida no teu coração – e da morte – é o fim do caminho; é a noite; o fim da ladeira.

Ultimamente a natureza não tem esperado Março para enviar suas águas. Em Janeiro de 2011 a região serrana do Rio registrou a maior tragédia natural de que se tem notícia no estado: as chuvas vieram muito fortes e praticamente todos os morros tiveram deslizamentos de terra, matando centenas de pessoas, soterradas pelas próprias casas – particularmente em Nova Friburgo e Teresópolis. A casa onde Tom Jobim compôs suas canções também foi levada pela enxurrada.
Este desastre natural, entretanto, não se compara ao terremoto que devastou quase completamente Lisboa, a capital de Portugal, em 1755. Em uma época onde a população mundial era muito inferior a atual, estima-se que morreram entre 10 e 100 mil pessoas naquele que é até hoje o terremoto mais letal da história. Até aquela época era muito comum atribuir os desastres naturais a “ira divina”, num tipo de associação de ideias que data da pré-história... Entretanto, o terremoto de 1755 suscitou respostas divergentes dos filósofos iluministas. Gente como Voltaire parece ter se cansado de ficar sempre a mercê da “ira divina”, e tratou de analisar a existência como ela realmente o é – um ciclo de vida e de morte.

Nossa sociedade moderna parece ter enorme dificuldade em lidar com a morte. Tirando as funerárias e as seguradoras, parece que ao capitalismo a morte é um tremendo desperdício: altos funcionários e CEOs que acumularam conhecimento e experiência por décadas e décadas subitamente se tornam incapazes por razão do envelhecimento, se aposentam, e depois simplesmente se despedem de nós. Atores de cinema ou TV, de fama mundial, que trazem renda garantida aos grandes estúdios, subitamente se vão ainda durante as filmagens do próximo blockbuster. Até mesmo aquele economista de renome que sempre consultávamos antes de realizar nossas aplicações na bolsa de valores, ele também se vai, e não sabemos mais a quem consultar.

O capitalismo, entretanto, parece não sentir falta dos informais, das donas de casa, dos lixeiros, dos carpinteiros, dos pedreiros, dos pequenos trabalhadores do campo, enfim, dos pobres. A informação que se perde quando estes se vão não parece de tanta importância para que o giro da roda do dinheiro continue sua constância – mas fato é que todos morrem. Todos podem ser levados pela enxurrada, pelos tremores, pelos acidentes, pela violência e ignorância dos homens, ou simplesmente pelo próprio tempo em que aqui se vive. Sim, pois não há dia em que não estejamos a morrer: todas as nossas células morrem e são substituídas por outras, inúmeras vezes, durante a vida de nosso corpo. Nesse sentido, a própria vida é uma tragédia constante...

Porque então estarrecer-se com a sombra da morte? Se a morte é apenas o último tilintar dos neurônios no cérebro – estes que também morrem e nascem a todo dia – então a morte é apenas um sonho sem sonhos. Morremos então, todo dia, conscientemente – pois sabemos da degeneração celular –, e inconscientemente – quando nos deitamos na cama e sonhamos uma vez mais, até o dia seguinte, até o próximo ciclo do Sol.

Porque então agradecer aos deuses por ter sido poupado de uma tragédia, se toda a tragédia é em si uma tragédia? Por vezes, teria sido melhor não ter sido poupado, ao menos se compreendemos a morte como o fim do caminho. Nas religiões orientais, particularmente no hinduísmo, o aspecto destrutivo de Deus é tão bem compreendido quanto o aspecto criativo. Entende-se, sobretudo, que a existência não é uma história simples, um “era uma vez...”, com início, meio e fim – mas antes um ciclo incomensurável, uma existência cósmica que se estende até as beiradas do infinito, uma história onde falar em início e fim faz tanto sentido quanto falar no nascer e no por do Sol.

Em todo caso, os céticos dificilmente entenderão como pode este povo tão simples, aparentemente tão ignorante, continuar louvando ao Deus do cristianismo mesmo após tamanha tragédia natural. Tragédia natural é ato divino, é coisa da natureza, e da natureza cabe o cuidado de Deus. Se ele poupa alguns e toma outros, porque agradecer, porque se revoltar, porque enfim, acreditar?

É que naqueles que creem, mesmo que seja na sombra da sombra do Deus de todo o Cosmos, reside esta distinta intuição de que nada ocorre ao acaso, até mesmo porque ninguém sabe o que diabos é o acaso... E se o próprio acaso for ele mesmo mais um deus, será em todo caso tão desconhecido quanto Aquele outro. E ainda que permaneçam fiéis ante a maior das tragédias, como os apóstolos a serem pregados nas cruzes, é porque em seu íntimo sabem, de alguma forma, que a morte não é o fim do caminho, mas apenas a passagem de um ambiente ao outro, na grande casa do Cosmos.

Mas e aqueles que não creem? O que lhes resta senão encarar face a face este aparente “grande nada”, o vazio, o buraco negro que suga tudo o que há? Talvez, conforme os estóicos e epicuristas, devam se contentar com o que podem mudar, o que podem decidir, o que podem sentir, no aqui e no agora. E, conforme disse Carl Sagan, de alguma forma se contentarem com viver na memória daqueles que os amam – a vida após a vida – embora não estejam mais aqui para saber...

E, finalmente, aqueles que compreendem a morte mais profundamente, sabendo perfeitamente que ela é ao mesmo tempo um fim e um recomeço, ao mesmo tempo uma enorme mudança e uma fugaz renovação, ao mesmo tempo o arauto do desespero e a promessa da evolução, não há que se ater aos fantasmas das mentes alheias. Não há que se estagnar com o tempo e a vontade nas mãos. Não há que cair na ilusão de que o mundo todo é tão somente isto que vivemos aqui, neste planeta ínfimo na periferia de uma de bilhões e bilhões de galáxias do Cosmos... Somos, sim, seres a viajar por esse universo infinitamente belo, tanto pelo milagre da vida quanto pelo caos da destruição, que no fim apenas permite que a vida se renove e renove, rumo a algum lugar cada vez mais alto na montanha divina, rumo aos galhos ao topo da árvore da vida, onde o Sol pode ser visto em toda a sua glória, e onde tudo o que há é amor a irradiar-se nos mais variados espectros de pura luz.

Aos que tem olhos para ver, restará sempre esta promessa de vida em seus corações. Não de um céu de tédio eterno, mas do trabalho contínuo, do caminhar passo a passo, do navegar em mar revolto e noite fria, mas sempre rumando ao próximo farol.

Perto deste conhecimento, perto desta visão distinta do jogo da vida consigo mesma, do turbilhão de seres e potencialidades a desafiar a entropia cósmica, um mero terremoto, uma pequena enxurrada, é tão significativa quanto à destruição de um ninho de formigas... Embora mesmo a menor das formigas seja, ela também, parte da mesma teia que nos conecta a todo o Cosmos.

 

E se viver é morrer a cada instante,
Entregamo-nos, então, à eternidade.
Mas se viver é sofrer na escuridão,
Entregamo-nos de corpo e alma à caridade.

(trecho final de poema de Otávio Fossá)
Elis Regina e Tom Jobim cantando "Águas de Março".



Encontrei esse poster AQUI... e emprestei para postar e partilhar com a turma que sempre passa por aqui neste meu cantinho especial!!!


Foto: Cesar Sousa

SÃO RAIMUNDO - ESSE É O GOLEIRO LABILÁ

ESPORTE: CAMPEONATO PARAENSE - ESTÁDIO VAZIO EM SANTARÉM

O goleiro Labilá com a pequena fã  Cláudia Emanoela

CRÔNICA: 3 CENAS QUE NÃO QUERIA VER

O Estádio Colosso sem torcedores. O novo time do São Raimundo sem identidade em campo. E a tentativa de agressão a um repórter, do treinador Sebastião Rocha. Esse mesmo tape melancólico difícil de ingerir transfigurou o que foi que o Pantera fez em campo na derrota de 2x1 para o time do Cametá. Foi à perseguição da Federação Paraense de Futebol - FPF? Foi à falta de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Santarém - PMS? Foi à falta da torcida no estádio? Se todas essas fumaças de enxofre fizeram parte da apatia dos jogadores, tenho minhas dúvidas. Va lá, que alguns tenham até se aborrecido, mas nunca justificar a falta de vontade, coragem, atitude e profissionalismo, que vimos a não ser do goleiro Labilá e do atacante Belo, os pratas de casa, que devem muito bem conhecer o time alvinegro para honrar e lutar pelas cores do clube. Ouvi o goleiro que defendeu até pênalti, pedindo emocionado, que a torcida não abandone o clube e compareça, se deixarem, no jogo contra Tuna Luso: ”Eu peço, por favor, venha ao estádio no Domingo, se nós já conseguimos conquistar títulos marcantes pelo São Raimundo foi com a ajuda de vocês.

E se vocês amarem realmente esse clube, como eu amo, venha nos ajudar a reverter essa situação"... (Labilá, goleiro do São Raimundo). Que resposta o torcedor deve dar ao goleiro, que dedica sua vida profissional ao clube alvinegro? Não será fácil essa decisão da torcida. Talvez muitos digam, esse time que jogou aqui, não merece nosso incentivo, mas como não atender o maior ídolo do clube, dos últimos tempos, fazendo esse apelo tão sincero e emocionante. Atleta dedicado e com uma técnica impar mostradas em cada jogo, com vitórias ou com derrotas ele é sempre a atração principal. Se caso os mandantes do Parazão permitir que o torcedor entre no Estádio Colosso Neste Domingo, vamos atender o goleiro Labilá, quem sabe outros atletas não transpirem a mesma confiança e tomem alguma atitude como profissionais e façam dentro de campo para que foram contratados.


Por Raimundo Gonçalves (Cronista Esportivo)

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