quarta-feira, julho 13, 2011

COSTUMES





Eu pensei
que pudesse esquecer
certos velhos costumes
Eu pensei
que já nem me lembrasse
de coisas passadas


Eu pensei
que pudésse enganar
a mim mesmo dizendo
que essas coisas da vida em comum
não ficavam marcadas


Não pensei
que me fizessem falta
umas poucas palavras
dessas coisas simples
que dizemos antes de dormir


De manhã
o bom dia na cama
a conversa informal
o beijo depois o café
o cigarro e o jornal


Os costumes me falam de coisas
de factos antigos
não me esqueço das tardes alegres
com nossos amigos


Um final de programa
fim de madrugada
o aconchego na cama
a luz apagda
essas coisas
só mesmo com o tempo
se pode esquecer


E então eu me vejo sozinho como estou agora
e respiro toda a liberdade
que alguém pode ter


De repente ser livre
até me assusta
me aceitar sem você
certas vezes me custa
como posso esquecer dos costumes
se nem mesmo esquecí de você!!!

Paula Fernandes
Composição: Roberto Carlos & Erasmo Carlos

# Uma das músicas de Roberto Carlos  que gosto muito,
essa versão na voz de Paula Fernandes... sem comentários.

RELATÓRIO ANALISA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL DE EMPRESAS


Embora a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos estejam ganhando a atenção da indústria nos últimos anos, muitos setores ainda parecem desconsiderar os riscos e oportunidades associados com a preservação da natureza


Para satisfazer os exageros de consumo dos habitantes do planeta, empresas abusam dos recursos naturais de forma irracional e a cada dia nos aproximamos mais de uma crise que será provocada pela escassez de matérias-primas e serviços ecossistêmicos. Para tentar evitar esse cenário, ou ao menos se adaptar a ele, algumas companhias já estão desenvolvendo estratégias de conservação de biodiversidade e dos serviços ambientais (BES).


Entretanto, uma pesquisa intitulada Sustainable Insight – The Nature of Ecosystem Services Risks for Business (Visão Sustentável – A natureza dos riscos de serviços ambientais para empresas), revela que embora a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos tenham entrado em pauta nos últimos anos, muitos setores ainda não estão cientes da importância dessa questão, seja ambiental ou financeiramente.


O relatório, publicado recentemente pela consultoria KPMG, pela Flora & Fauna Internacional (FFI) e pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA IF), sugere que mesmo empresas de setores que estão sempre em contato com questões ambientais, como o da extração, da construção, do agronegócio e mesmo das finanças, não desenvolvem estratégias de preservação de BES.
Com isso essas companhias estão sujeitas a riscos dos mais variados tipos, que o estudo classifica como: riscos de reputação, regulamentares, operacionais, de responsabilidades jurídicas e sistêmicos. Segundo a pesquisa, esses riscos podem afetar a firma não só economicamente, mas também na sua imagem e credibilidade.


“A estabilidade financeira pode já ter sido afetada por fenômenos ambientais que se manifestam através de falhas e riscos no contexto da perda e degradação de ecossistemas”, declarou a PNUMA IF.


Neste panorama, a análise, que baseia em dados de estudos anteriores, não mostra dados muito positivos. Conforme a pesquisa, apenas 48% das empresas fazem avaliações de riscos e oportunidades em relação à BES. O relatório também aponta que os setores que apresentam maiores riscos à BES, tanto em termos de impacto quanto na maturidade em administrar a questão, são o alimentício, o de gás e petróleo e o de mineração.


No entanto, o estudo apresenta algumas informações que indicam que esse cenário tem potencial para mudar. Segundo a pesquisa, 44% dos executivos concordam que a sustentabilidade é uma fonte de inovação, e 39% veem a sustentabilidade como uma fonte de novas oportunidades comerciais.


Para combater os riscos relacionados à BES, o documento sugere que as firmas sigam algumas recomendações de ação corporativa, como identificar os impactos e dependências da empresa em relação à BES; analisar os riscos associados a esses impactos e dependências; desenvolver sistemas de informação e relatar resultados ligados a BES; tomar atitudes para evitar, minimizar, mitigar e compensar riscos a BES, entre outras.


Herman Mulder, diretor do grupo de gestão de riscos ABN-AMRO acredita que “as três principais áreas de interesse das empresas para identificar riscos relacionados à biodiversidade e aos serviços ambientais dizem respeito: 1) à necessidade das companhias de evitarem a pressão de mercado a curto prazo para considerarem um horizonte de longo prazo; 2) criar compromissos coletivos para essa questão; 3) gerar preferência no consumidor e refletir isso no valor da marca da sua companhia”.


“Deveria haver melhores informações e divulgação para mitigar os riscos dos investidores. As companhias que estão catalogadas nas nossas principais bolsas de valores deveriam ser, no mínimo, obrigadas a relatar como elas são dependentes dos serviços ambientais e como elas estão impactando esses serviços”, declarou Courtney Lowrance, diretora de gestão de riscos ambientais e sociais do Grupo Citi, no relatório.


Já Matt Hale, do Bank of America Merrill Lynch, recomenda que uma metodologia, ou uma série delas, sejam estabelecidas para medir os riscos de biodiversidade e de serviços ambientais das empresas. “Até lá, será difícil para as companhias desenvolverem formas de lidar ou compensar esses riscos”.


O estudo indica que caso as empresas optem por administrar esses riscos, estes poderão ser convertidos em oportunidades, como a diferenciação no mercado, a entrada em mercados ambientais e mercados para produtos certificados, abastecimento sustentável e contínuo etc.


Alguns exemplos de companhias que adotaram tais estratégias e se diferenciaram no mercado são apresentadas na pesquisa. Um dos exemplos é o da Natura, firma brasileira de cosméticos, que desenvolveu toda uma linha de produtos que utiliza sustentavelmente sua matéria-prima, ganhando diferenciação no mercado.


Outro exemplo citado no relatório é o da empresa de alimentos Häagen-Dazs, que desenvolveu projetos e campanhas de marketing alertando para a ligação entre a polinização, o mel e o desenvolvimento dos ingredientes de seus produtos, e assim também ganhou diferenciação no mercado.


Joshua Bishop, economista-chefe da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), defende que o principal objetivo do relatório é apontar formas de tornar as práticas sustentáveis de produção e a conservação da biodiversidade tão ou mais rentáveis que as práticas insustentáveis. “Ainda estamos longe disso, mas acho que alguns empresários e investidores estão tentando mostrar que isso pode acontecer e pode haver um bom progresso em alguns setores”, refletiu.


Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil/KPMG/PNUMA/FFI



ESTADOS DO TAPAJÓS E CARAJÁS, A PRIMEIRA TENTATIVA DE MUDAR O MAPA DA AMAZÔNIA PELA VIA DEMOCRÁTICA




No dia 11 de dezembro o Brasil verá, pela primeira vez, o povo se manifestando num plebiscito sobre a reorganização territorial e criação de novos Estados. Todos os demais Estados criados após a Independência foram resultado de decisões autoritárias. O Tocantins seria a exceção, mas neste caso quem se manifestou foi o Congresso constituinte e não o povo.
 

Mato Grosso foi dividido por uma canetada do general-presidente Figueiredo. Amapá, Acre, Rondônia e Roraima foram decisões do ditador Getúlio Vargas que os fez Territórios Fedrais depois transformados em Estados pelos constituintes de 1988. Muito antes, dom Pedro II criou Paraná e Amazonas. A própria capital fedral, Brasília, cujo território foi retirado de Goiás, foi decisão solitária de Juscelino Kubistchek, projeto que enterrou o país na onda inflacionária que até hoje nos atemoriza.
 

O plebiscito pelo Tapajós e Carajás é, portanto, uma experiência sócio-política inédita e por isso o Brasil deveria prestar mais atenção, ao invés de as elites nacionais, especialmente a "grande" imprensa, ficarem desdenhando e externando o seu conhecido preconceito a respeito de tudo que se faz e tenta fazer na Amazônia. Seu preconceito só não se manifesta em relação ao saque dos recursos naturais daqui para lá.
Os que se opõem usam os mesmos surrados argumentos do passado, de que uma nova unidade autônoma sairia muito caro. Caro ao país é o projetado "trem-bala" Rio-S.Paulo, bilhões que poderiam ser empregados na construção de rodovias e ferrovias decentes por todo o país. Caro aos milhões de amazônidas são os mega-projetos de gigantescas hidrelétricas e de mineração que carregam as riquezas da região para fora, muito pouco ou nada deixando aos brasileiros da Amazônia, tão brasileiros quanto os demais. Caro, caríssimo ao Brasil é a percepção de governos tanto ditatoriais como democráticos que continuam a encarar a região como colônia do Brasil e do grande capital, nacional e estrangeiro.
 

Continua sendo caro a todos nós a visão imediatista da demanda por autonomia de vastas regiões da Amazônia, como se isso tivesse surgido agora, do nada, fruto apenas de "aventureiros", como dizem os oponentes. Um mega-problema que tem uma vida longa e que se entranha, no caso do Tapajós, na cultura da população. Isso se verifica nos antigos relatos de estudiosos que entraram na Amazônia no passado distante, ou que dela se ocuparam em seus escritos.


CONTRA A NATUREZA


A divisão territorial da Amazônia em unidades administrativas autônomas é um tema que encontramos nas observações de Luiz Agassis, em 1865. Escreve ele:
“A delimitação atual das Províncias do Pará e do Amazonas é inteiramente contrária à natureza. Todo o vale está dividido transversalmente em duas partes, de modo que a metade inferior fatalmente se opõe ao livre desenvolvimento da metade superior; o Pará [a cidade de Belém] tornou-se o centro de todas as atividades e drena, por assim dizer, toda a região sem vivificar o interior: o grande rio, que deveria ser uma enorme estrada interprovincial, tornou-se um curso d’água local, poder-se-ia dizer.


Agassiz sugeria, a exemplo do Mississipi, que o Rio Amazonas servisse de limite a diversas províncias autônomas situadas em suas margens. E traçou uma proposta: na vertente meridional, criar-se-ia a Província de Tefé, indo da fronteira do Peru ao Madeira; do Madeira ao Xingu, a Província de Santarém; e que a Província do Pará se reduzisse ao território compreendido entre a do Xingu e o mar, acrescentando-se-lhe a Ilha do Marajó. Assim, essas unidades seriam atravessadas por grandes cursos d’água.


Para as zonas situadas ao norte seriam criadas as Províncias de Monte Alegre, indo do oceano até o rio Trombetas; a de Manaus, entre o Trombetas e o Negro, e talvez a de Japurá, compreendendo a região entre o Negro e o Solimões.


Agassiz faz a comparação com os Estados Unidos pela óbvia razão de possuírem os dois países extensos territórios, e também pelas diferenças de evolução histórica entre ambos, no tocante à ocupação de seus espaços. O autor acredita que a decadência das cidades resulta da excessiva centralização das decisões. Afirma Agassiz:
“... Quem quer que haja estudado bem o funcionamento do atual sistema do Vale do Amazonas deve estar convencido de que, longe de progredirem, todas as cidades fundadas de um século para cá ao longo do grande rio e de seus tributários, caem em decadência e em ruína. É, sem contestação possível, o resultado da centralização, no Pará [Belém], de toda a atividade real da região inteira”.


Autor de uma proposta de nova divisão territorial do Brasil, dentre as várias idealizadas desde meados do século 19, Fausto de Souza continua sendo referência para propostas idênticas feitas na atualidade, como se verificou por ocasião dos debates da Comissão de Estudos Territoriais que funcionou após a promulgação da Constituição de 1988.


Com vistas a dar maior igualdade física às províncias, mas também levando em conta “diversas variáveis (área, população, rendas, etc.) de modo a haver equilíbrio entre seus produtos ou momentos”, respeitando “muita coisa já consagrada pelo tempo e antigos hábitos”. Fausto de Sousa propôs a criação, no Império, de 40 províncias, sendo, no caso da Amazônia, a região subdividida em nove unidades.


Ele compara as extensões físicas das Províncias do Amazonas e de Sergipe, esta quase 49 vezes menor que aquela, exemplo tido como o mais aberrante do que o autor chama de “desigualdade de território” que ele identifica em todo o Brasil.


Desde os momentos seguintes à Independência até 1966, como explica o historiador amazonense Samuel Benchimol, destacam-se 14 projetos ou propostas de reorganização territorial do Brasil, todos alterando substancialmente o mapa da região amazônica.


Benchimol atribui a manutenção da configuração territorial da região a um certo “tradicionalismo histórico, que vem preservando os vastos latifúndios políticos” da Amazônia e do Centro-Oeste.

Jornalista Manuel Dutra

A PARÁBOLA DO JOIO NO TRIGO


Neste mês de julho, estamos ouvindo aos domingos a série de parábolas inventadas por Jesus para falar às multidões sobre os mistérios do reino dos céus. Segundo São Mateus, Jesus “Nada lhes falava sem usar parábolas, para cumprir o que foi dito pelo profeta: ‘Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo’”. Também segundo profecias, se Jesus assim se comunicava não era só para ser mais bem entendido. Era para confundir os tolos, os que têm ouvidos e não ouvem, olhos e não vêem nem compreendem. Os que estão pouco ou nada interessados com as coisas de Deus, ou muito sensíveis às tentações do maligno, ou muito preocupados com problemas e desafios da vida, e que acabam perdendo a oportunidade de se deixarem tocar pela graça, de se converterem e inclusive serem curados pelo mestre. Ao contrário, aos que se aproximam para ouvir e compreender e, de fato, sentem o coração arder ao ouvi-lo, como os discípulos de Emaús, a estes Jesus deixa expandir seu divino coração para explicar-lhes o sentido de suas mensagens e das Escrituras.


No Evangelho de hoje, Mateus conta-nos mais três parábolas de Jesus: do joio e trigo, do grão de mostarda e do fermento na massa – Mt 13, 24-43.


Convido-o, prezado leitor, a considerar comigo a do joio no meio do trigo, que Jesus mesmo explica. Ele é o semeador que semeia a boa semente que, como ele diz, são os justos. O diabo, que vem à noite, é quem semeou no mesmo campo o joio, que são os que a ele pertencem, fazedores a outros de pecar e praticantes de todo mal. O campo é o mundo onde vivem bons e maus, justos e pecadores. O sábio agricultor, sem afobar-se, deixa crescer juntos trigo e joio até o momento da ceifa quando colherá o trigo sem perder grão algum e queimará o joio. Da sua parte, o bom Deus pacientemente espera até o juízo final para enviar seus anjos a fim de que façam a separação entre uns e outros: os bons serão levados ao céu e os maus, ao fogo.


Como bem sabemos, a mensagem de Jesus é bem clara. Está Ele a dizer-nos o quanto é importante e urgente a paciência e a tolerância. Ouvimo-lo dizer em outra ocasião que é na paciência que se conquista a vida: “nem um só cabelo de vossa cabeça se perderá. É pela paciência que mantereis vossas vidas” (Lc 21, 18-19). São Paulo ensina que a paciência é dom do Espírito (Gl 5,22), pede aos cristãos que se revistam dela (Cl 3,12) e afirma que ela gera a esperança que não decepciona (Rm 5,4-5). Em Provérbios, lemos que a paciência vale mais do que o heroísmo: “Mais vale um homem paciente do que um herói” (Pr 16,32). O Pai pacientemente espera pela volta do filho pródigo, na rotina de contemplar, dia a dia, o horizonte, desejando ansiosamente abraçá-lo, e alegrar-se porque o que estava perdido foi encontrado, o que estava morto vive. Como cantamos no Salmo 86: “O Senhor é bom, clemente e fiel, lento na cólera e rico em misericórdia”, podemos entender o que o Mestre está a nos ensinar hoje: “Deixem crescer juntos um e outro até a colheita”.


Como no passado também nós no presente corremos o risco da pressa, da ansiedade, da intolerância. Quem sabe até mesmo nós muito mais do que eles, neste momento em que vivemos sobremaneiramente apressados, em que tudo é para ontem e urge pular etapas. Por que tanta maldade no mundo e tantos maus entre nós? É a célebre pergunta de ontem e de hoje. Onde está o nosso Deus que parece não tomar providências? Além das catástrofes imprevisíveis e incontroláveis da natureza, está aqui e agora presentes a violência, a guerra, o ódio, o sofrimento inclusive de inocentes por causa dos maus.


Jesus, hoje, vem nos dizer mais uma vez: A realização de nossa vida se dá no tempo, acontece devagar à semelhança do plantio do trigal. Deus dá tempo a todos. Dos bons Ele espera que cresçam na sua santidade, pois é compassivo e paciente; dos maus, que se convertam, pois sua alegria é a salvação do pecador e não a sua morte. De todos nós, o Pai espera que, vivendo na paciência e tolerância, a sua graça produza em nós e para todos nós, santos e pecadores, frutos de conversão e vida em abundância.

Dom Caetano Ferrari
Bispo de Bauru - SP
Site da CNBB

AUTO HOMENAGEM - ESPELHO, RETRATO DE MIM MESMO NO DIA SEGUINTE








Hoje, pela manhã, conferi no maior companheiro de Narciso que não há nenhuma ruga, além das habituais, em meu rosto. A passagem de tempo parece indelével. Quarenta e oito anos de sonhos e decepções registrados de forma sutil, na sobrancelha meio sisuda que sempre me dá um ar mais sério do que realmente sou.


Sou o que sou porque sou o que devo ser. A cada segundo dos meus dias. E já se vão, hoje, exatos 25.246.080 segundos de vida! Por isso me sinto milionário do tempo!

Vivo intensamente o hoje, que é a síntese do meu ontem e, provavelmente, a antítese do meu amanhã. Amigos e parentes me saúdam, com a reverência que todos que aniversariam merecem, pois ao se completar mais um dia de vida, precisamos nos sentir maravilhados com o fenômeno da vida, seja ela algo que ciência explica ou algo que a fé não explica.

E diante daquele que me reverencia todas as manhã, no primeiro contato visual de todos os dias, narcisicamente eu me digo, parabéns, meu velho! 


Jota Ninos


Parabéns, Ninos!
Saúde e Felicidades!!
*  Ninos é um dos seguidores desse espaço por isso a ele  votos de muito sucesso.
Um abraço!!
Feliz aniversário  bem em ritmo de Parada Social...rsrs

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