quinta-feira, setembro 29, 2011

MINHA TURMA T6 - SAUDADES!!!!

Professor  Humberto Hamad
 com a equipe  IBR - Índice de Violência  Contra a Mulher no Município de  Santarém
Olha nós ai com o professor   Humberto Hamad!!
O professor, claro, todo orgulhoso
 por estar junto dessa Equipe maravilhosa de acadêmicos (as) da T6 do CFI.
 (semestre passado).
Alegria e dedicação foram a tônica desse trabalho.
Na foto da equipe só faltou a Monalisa que tinha saído do auditório  na hora do clik.

Equipe de IBR

Aqui uma parte da Equipe!!
Luan Brito não percebeu que a foto estava sendo tirada....kkk
Ou estava olhando para outra "câmera" . Quem sabe?rsrs

Nara, Yasmin, Eu e  Maiara - lindassss

Depois da entrega da nota olha só nossa  cara de felicidade.
Carinho e amizade sempre foram  o fermento de nossa amizade.
O CFI acabou,  cada uma está no Instituto desejado.
 Porém, a amizade  ficou para SEMPRE.

Maria Yasmin e eu


Aqui  eu com Maria Yasmin!!
(E o Luan Martins de carona) kkkk
A linda  Mariazinha!!
É um anjinho que sempre estava lá  do meu lado
e com  aquele jeito  só dela  se tornou  uma companheira  inesquecível.


Beijos galera!!

Obrigada pela amizade e carinho de sempre.


Socorro Carvalho
 

TE AMO



Amo como ama o amor.
Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar.
 Que queres que te diga, além de que te amo,
se o que quero dizer-te é que te amo?



Fernando Pessoa


PROFESSORA GAÚCHA CRIA HISTÓRIAS PARA CADA LETRA DO ALFABETO


Desde que começou a lecionar, há 30 anos, a professora Maria Bernadete Souza da Silva usa a literatura como recurso para desenvolver o aprendizado da leitura e da escrita entre os alunos. Ao observar o gosto das crianças pelas histórias e o fato de que elas já conheciam quase todas, a educadora resolveu inovar nas narrativas.

A cada ano, com base em cada letra do alfabeto, ela modifica as histórias, inventa outras ou acrescenta fatos, de acordo com o interesse da turma. “É uma prática que tem dado certo, pois as crianças associam as letras às histórias que ouvem; a alfabetização acontece naturalmente”, explica Maria Bernadete, que leciona na Escola Municipal de Ensino Fundamental David Canabarro, em Canoas (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.

Formada em pedagogia, a professora explica que as aulas são organizadas como se fossem um grande livro de histórias, contadas uma a uma. “Dessa forma, os alunos sentem necessidade de saber qual será a próxima, pois são despertados neles a curiosidade e o prazer pela leitura”, ressalta.

Outro recurso usado é a dramatização. “Como conto histórias dramatizando cada passagem, acabo por transformar a aula em um grande teatro”, destaca Maria Bernadete. “A cada hora, um aluno tem a possibilidade de ser o protagonista de uma história.”

Esses recursos, salienta a professora, são os melhores para a obtenção de um grande número de alunos alfabetizados no fim de um ano letivo. Por meio deles, Maria Bernadete sempre conseguiu bons resultados. Ela enfatiza, no entanto, que o mais importante é a alegria e o prazer que as crianças demonstram em estar na escola. Os estudantes evitam faltar às aulas para não perder a próxima história.

Coletânea — Quando os alunos começam a dominar a leitura, a ida à biblioteca e a retirada de livros fica mais frequente. “Sendo eu uma contadora de histórias, acabo por plantar neles também o gosto de ouvir e contar”, avalia a educadora. Para o fim do ano, ela prepara uma coletânea das melhores histórias da turma.

Com 700 alunos em classes do primeiro ao sexto ano do ensino fundamental, a escola Davi Canabarro tem cinco turmas de alfabetização. “Enquanto escola, temos muita preocupação com a alfabetização e o letramento”, salienta a diretora Sílvia Letícia de Senna. “Contamos com profissionais que sempre buscam novidades e mostram disposição de usar o lúdico como ingrediente especial para o processo de construção da escrita e da leitura”, salienta a diretora. Sílvia é formada em pedagogia, com habilitação em supervisão escolar, e tem pós-graduação em informática educativa.

Cada professora da escola pode usar a metodologia que melhor domina e com a qual se sente mais à vontade. Segundo Sílvia, é possível observar diferenças nos resultados obtidos entre as diferentes turmas. Ela destaca as que adotam práticas lúdicas, com o uso de histórias. “Percebe-se um número maior de alunos que alcançam a alfabetização e também o tempo menor dos estudantes para concluir essa trajetória.”

Fátima Schenini

  Fonte: MEC

COBERTURA DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER


Cobertura da violência contra a mulher está focada em casos individuais, em detrimento de discussão mais ampla sobre o fenômeno
Resumo:Maioria das notícias sobre o tema repercute fatos individualizados, relatados a partir de um viés policial

Os veículos noticiosos brasileiros ainda têm dificuldades em tratar a violência contra as mulheres como um fenômeno complexo e multidimensional. Segundo estudo realizado pela ANDI, a principal característica da cobertura dedicada ao tema é a individualização do problema, ou seja, o noticiário se limita a abordagem de casos pessoais, em detrimento de uma perspectiva que contemple a dimensão pública da questão, exigindo respostas das diferentes instâncias do Estado e da própria sociedade.

Ao abordar a violência contra a mulher sob uma perspectiva individualizada e policial, a maioria dos veículos tratou o problema de forma descontextualizada das esferas de governo e dos esforços empreendidos para gerar soluções diante da questão.

• De acordo com os dados coletados, 73,78% das notícias que abordam a violência contra a mulher trazem um enfoque individual.

• No conjunto das matérias analisadas, pouco mais de 13% do enquadramento principal está relacionado ao Estado e suas ações para a prevenção e combate ao crime.

• A análise dos dados permite afirmar que o assunto vira notícia especialmente quando ocorrem casos reais de violência – sobretudo se a agressão for cometida por motivação passional e com crueldade. Esse perfil de noticiário ocupa geralmente as páginas dos cadernos/seções de notícias locais e de polícia.

• De acordo com os números coletados, 35,10% dos textos sobre violência cometida contra mulheres são publicados nas seções de notícias locais. Os cadernos policiais são destino de outros 15,70% desse noticiário.


SANTARÉM REALIZA 2ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES


O encontro tem entre outros objetivos discutir e elaborar o Plano Municipal de Políticas para as Mulheres.

A 2ª Conferencia Municipal de Políticas para as Mulheres  visa ainda defender propostas que contemplem a construção de igualdade de gênero. A partir da perspectiva de fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural das mulheres com vistas a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania das mulheres santarenas.

O evento inicia hoje, a partir das 20h00, no Auditório Central da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) – Campus Rondon.

Através da apresentação de uma perfomance as organizadoras do encontro vão demonstrar composições que retratem a luta feminina no Brasil.

Amanhã 30 de setembro, serão abordados diversos temas entre eles: educação, política, cultura e igualdade.

Outro momento que promete  marcar a Conferencia é  a apresentação das novas conselheiras de órgãos governamentais e de movimentos sociais.

O encontro tem encerramento marcado para o final da tarde com  apresentação cultural.




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