quarta-feira, janeiro 23, 2013

UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR...


Utilizo o Facebook desde 2009 e até hoje já adicionei mais de 3500 pessoas
que me convidaram para ser seu amigo.

Todos que me pediram adicionei, sem nem ver quem era. Alguns eram conhecidos, outros não. Vivi com todos grandes momentos de debates, de curtições, de compartilhamentos e até de discussões mais acaloradas. Alguns foram até excluídos, por serem inconvenientes.

Mas em agosto de 2010, exatamente no dia 04, adicionei uma pessoinha que de repente invadiu meus espaços e com a qual comecei a trilhar um caminho sem volta para o futuro...

Dois dias depois comentei um texto que ela compartilhou de uma poesia musicada por Fágner (Canteiros, sobre poesia de Cecilia Meirelles), e desse comentário iniciou-se uma troca de informações e de curtições... Uma amizade virtual que foi nos envolvendo, até o dia em que nos encontramos num ambiente que atuamos em conjunto, eu como funcionário do Judiciário, ela como estudante de Direito. Um júri histórico, que demorou três dias, mas que para nós foi o começo de algo maior que uma simples amizade...

Começamos a namorar naquele mês de junho de 2011 e hoje estamos 7 meses juntos, vivendo um grande amor. Esta semana resolvi oficializar o pedido de noivado em sua casa coma sua mãe Cleres Cristina e sua bisavó Ana Santana. Afamilia Ninos, lá no Cipoal já está comunicado. Agora não tem volta.

Como foi aqui que nos encontramos, é aqui que quero tornar público meu pedido para minha amada Ana Charlene dos Santos Negreiros (Ana Charlene Negreiros SalveJuá), a menina de tantos "Enes" no nome:

Quer acrescentar mais dois "Enes" ainda este ano, em seu nome?


Jota Ninos



PERCEPÇÃO DE SOLIDÃO


Uma mulher entra no cinema, sozinha. Acomoda-se na última fila. Desliga o celular e espera o início do filme. Enquanto isso, outra mulher entra na mesma sala e se acomoda na quinta fila, sozinha também. O filme começa.

Charada: qual das duas está mais sozinha?

Só uma delas está realmente sozinha: a que não tem um amor, a que não está com a vida preenchida de afetos. Já a outra foi ao cinema sozinha, mas não está só, mesmo numa situação idêntica a da outra mulher. Ela tem uma família, ela tem alguém, ela tem um álibi.

Muitas mulheres já viveram isso - e homens também. Você viaja sozinha, almoça sozinha em restaurantes, mas não se sente só porque é apenas uma contingência do momento - há alguém a sua espera em casa. Esta retaguarda alivia a sensação de solidão. Você está sozinha, não é sozinha.

Então de repente você perde seu amor e sua sensação de solidão muda completamente. Você pode continuar fazendo tudo o que fazia antes - sozinha - mas agora a solidão pesará como nunca pesou. Agora ela não é mais uma opção, é um fardo.

Isso não é nenhuma raridade, acontece às pencas. Nossa percepção de solidão infelizmente ainda depende do nosso status social. Se você tem alguém, você encara a vida sem preconceitos, você expõe-se sem se preocupar com o que pensam os outros, você lida com sua solidão com maturidade e bom humor. No entanto, se você carrega o estigma de solitária, sua solidão triplicará de tamanho, ela não será algo fácil de levar, como uma bolsa. Ela será uma cruz de chumbo. É como se todos pudessem enxergar as ausências que você carrega, como se todos apontassem em sua direção: ela está sozinha no cinema por falta de companhia! Por que ninguém aponta para a outra, que está igualmente sozinha?

Porque ninguém está, de fato, apontando para nenhuma das duas. Quem aponta somos nós mesmos, para nosso próprio umbigo. Somos nós que nos cobramos, somos nós que nos julgamos. Ninguém está sozinho quando curte a própria companhia, porém somos reféns das convenções, e quando estamos sós, nossa solidão parece piscar uma luz vermelha chamando a atenção de todos. Relaxe. A solidão é invisível. Só é percebida por dentro.

Martha Medeiros

DIREÇÃO..


A porta está aberta, vou tomar a direção do meu destino, da minha vida, do meu coração. Quero ser feliz comigo mesmo para seguir em busca de uma nova razão de pelo menos sonhar com tudo que me faz melhor e mais irmão, pai e amigo.

Celivaldo Carneiro
Jornalista santareno

CANÇÃO PARA UM DESENCONTRO...

“Deixa-me errar alguma vez,
porque também sou isso: incerta e dura,
e ansiosa de não te perder agora que entrevejo um horizonte.
Deixa-me errar e me compreende
porque se faço mal é por querer-te
desta maneira tola, e tonta, eternamente
recomeçando a cada dia como num descobrimento
dos teus territórios de carne e sonho, dos teus
desvãos de música ou vôo, teus sótãos e porões
e dessa escadaria de tua alma.
Deixa-me errar mas não me soltes
para que eu não me perca
deste tênue fio de alegria
dos sustos do amor que se repetem
enquanto houver entre nós essa magia.”

Lya Luft

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