sábado, janeiro 11, 2014

O ÚLTIMO POEMA



 Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Manuel Bandeira

2 comentários:

  1. A imagem é perfeita,no entanto,essa citação de Manuel,eu não gostei. Há gostos para tudo um pouco e não vale a pena discutir. Quero desejar-te uma excelente semana,muitos beijinhos,fica com deus e até breve!!

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Agradeço sua visita, com breve retorno!! Seu comentário vem somar mais versos em minhas inspirações... grande abraço. Se quiser pode escrever diretamente para o meu email: socorrosantarem@gmail.com

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