segunda-feira, dezembro 21, 2015

POEMA


   As palavras arfando entre virilhas


  entre lábios


                     cópulas de consoantes e vogais.


                                                     Saboreadas palavras

            defloradas palavras

                                   túmidas palavras
                                                 
                                                               ávidas

                                                                   oh! palavras

                                 arfando umidamente entre pentelhos. 

                                 Suor.  Calor.  Odor.  Linguagem.  Gozo.

Paes Loureiro


3 comentários:

  1. Meu comentário se perdeu por aqui... mas refaço-o
    Querida amiga Socorro... não vim aqui "pagar" visita. Amigos não precisam disso. Amigos são amigos e pronto.
    Quanto ao Natal, ele não é a passagem do dia 24/25 de dezembro. Natal é o ano todo. É fé, esperança e caridade. Nesse ponto os paraenses ao cultivar mais o Círio que o próprio Natal estão mais certos ainda....
    Vim aqui te abraçar, te dar um beijo carinhoso e agradecer pelo poema do Paes Loureiro (João !!!). Ele deve ser teu amigo.... o conheci uma vez num evento da UFPA, ou melhor da DOCEGEO onde nos falamos rapidamente.
    Poeta da pesada, mestre, que tem a simplicidade dos aprendizes. Beijos mocinha que tem gosto de creme de cupuaçu.

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  2. Meu comentário se perdeu por aqui... mas refaço-o
    Querida amiga Socorro... não vim aqui "pagar" visita. Amigos não precisam disso. Amigos são amigos e pronto.
    Quanto ao Natal, ele não é a passagem do dia 24/25 de dezembro. Natal é o ano todo. É fé, esperança e caridade. Nesse ponto os paraenses ao cultivar mais o Círio que o próprio Natal estão mais certos ainda....
    Vim aqui te abraçar, te dar um beijo carinhoso e agradecer pelo poema do Paes Loureiro (João !!!). Ele deve ser teu amigo.... o conheci uma vez num evento da UFPA, ou melhor da DOCEGEO onde nos falamos rapidamente.
    Poeta da pesada, mestre, que tem a simplicidade dos aprendizes. Beijos mocinha que tem gosto de creme de cupuaçu.

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  3. Diante de inspiração tão efervescente é lógico que o poema há de ser findo em gozo.
    Cadinho RoCo

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Agradeço sua visita, com breve retorno!! Seu comentário vem somar mais versos em minhas inspirações... grande abraço. Se quiser pode escrever diretamente para o meu email: socorrosantarem@gmail.com

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