sexta-feira, março 29, 2019

SAUDAÇÃO COM FLORES DE AGUAPÉ...


Saudação com flores de Aguapé, para dar boas-vindas e estada, em Santarém, ao amigo, cantor, compositor, pintor, músico santareno Valmir Pacheco que está por essas bandas visitando a pérola encantada.

Desde ontem, estava tentando divulgar a honrada presença desse menino intelectual em nossa linda Santarém. Porém, ele disse que preferia permanecer em off, como se isso fosse possível.
Na tarde de hoje, em plena orla da cidade, foi encontrado e logo divulgado. Que massa!!

Perdi o furo da notícia, mas ganhei uma foto especial para esse post que compartilho.

Atualmente o artista reside em Barra Velha, Santa Catarina, Sul do Brasil, mas resolveu dá uma voltinha por aqui, tomar um banho de rio, encontrar familiares e amigos.

Para quem não sabe, eu conto, Valmir Pacheco é o autor da música Flor de aguapé, linda poesia musical, muito bem interpretada pelo aniversariante do dia, cantor Nato Aguiar.
É muita arte para um só dia, não é mesmo?

Valmir Pacheco em Flor de Aguapé destaca todo um encantamento sobre o rio Tapajós e suas peculiaridades e imaginário. Poética que nos leva profundo no ritmo e letra dessa música que é a mais pura poesia.

Em um dos versos da música, o compositor destaca: “Quem sabe até quisesse, ao invés do norte correr pro sul”, e não é que ele foi mesmo, correu para o sul. Mas o Norte é quente e sempre chama, na chama do calor. Calor do sol, da magia do por do sol sobre o Tapajós, da brisa com cheiro de rio, o ir vir de gente, do banho dos moleques em Alter do Chão sob as lentes de Emi Okada Pereira quanto encantamento. Se as lavadeiras ainda estão por ai não sei, mas as meninas que catam flores de Aguapé, ainda acreditam que o boto vira homem e engana a mulher.
Esse “Rio Tapajós” que ancorou nas terras sulistas ganhou de presente em Vila Velha o maior festival de pirão e nessa competição o bom santareno sai campeão.

Por lá não tem nada daqui, cada lugar é único mas diz ai Valmir Pacheco estavas secando de saudade do povo daqui...

Seja bem-vindo poeta, pode permanecer nesta terra quanto tempo quiser e uma coisa eu te juro, ‘poesia não vai faltar”.

Eita menino de sorte, ainda, ganhou de brinde um maravilhoso Globo Repórter retratando toda a beleza que mora em cada um e cada uma de nós.

Aqui o artista Valmir Pacheco, com seus nuances do tempo e o “brebe” de amuleto de sorte e proteção contra quebranto e mal olhado...

Socorro Carvalho

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