sábado, março 30, 2013

CANTO DE AMOR




  Pra ti, formosa, o meu sonhar de louco
 E o dom fatal, que desde o berço é meu;
 Mas se o canto da lira achares pouco,
 Pede-me a vida, porque tudo é teu.

Se queres culto – como um crente adoro,
 Se homenagem queres caio-te aos pés,
 Se rires – rio, se chorares – choro,
 E bebo o pranto que banhar-te a tez.



Casimiro de Abreu

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