domingo, fevereiro 17, 2013

A UM PASSARINHO


Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!

Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.

Deixa-te de histórias
Some-te daqui!

Vinícius de Moraes

* Delícia de poesia...
 Metáfora  preciosa  de Vinícius !!!
Oh, passarinho não some! Vem aqui...rsrs

HORÁRIO DE VERÃO TERMINA E ORGANISMO PRECISA SE HABITUAR


O horário de verão, que começou no dia 21 de outubro do ano passado, terminou  hoje, quando os relógios  foram  atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Tocantins.

O neurologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) Raimundo Nonato Delgado Rodrigues diz que  os impactos do fim do horário de verão sobre a saúde da população são menores do que quando ele começa.

Para o  especialista o corpo deve se habituar à mudança gradualmente e, no período de adaptação, que deve durar em torno de uma semana, as pessoas tenderão a acordar mais cedo e vão sentir sono mais cedo à noite. “O ideal seria aos poucos fazer com que o sono fosse atrasado, de forma que a pessoa acordasse um pouquinho mais tarde”.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), neste ano o horário de verão gerou uma economia de 4,5% no período de pico (entre as 18h e as 21h) nos estados em que foi implementado. A mudança é adotada todos os anos no país para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas.

Para o neurologista, o horário de verão é um atentado à saúde das pessoas. “Perder uma hora de sono pode parecer pouco, mas o cérebro sente muito mais do que podemos imaginar, não só em termos de cansaço, mas também na alteração na produção hormonal e na fragmentação do sono”, aponta. Se o débito de sono for muito acumulado, as pessoas podem correr riscos, principalmente na hora de exercer atividades que necessitem de vigília, como dirigir ou operar máquinas.

O horário de verão começa sempre no terceiro domingo do mês de outubro e encerra no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.


FRATERNIDADE E JUVENTUDE: PONTOS PARA REFLEXÃO

Pedro, Carol e amigos

Vivemos numa época muito importante na Igreja, iniciamos este ano pastoral de 2013 com a Campanha da Fraternidade sobre a juventude, o ano da fé, a Jornada Mundial da Juventude, entre outras datas igualmente importantes. Vou me ater a questão da Campanha da Fraternidade. Há possibilidade da Campanha "bombar", como falam os jovens.

Quando se fala de juventude, o documento 81 sobre juventude da (CNBB), fala que a juventude é boa, basta dar oportunidade, acompanhar e qualificar. Isto nos enche de esperança e responsabilidade.

O lema da Campanha é "Eis-me aqui, envia-me!" (Is 6,8). Do ponto de vista da evangelização o lema significa jovem evangelizando jovem. Isto não quer dizer que se deva largar tudo na mão do jovem e dizer te vira, mas também não se deve fazer no lugar dele, e sim, motivá-lo e acompanhá-lo. Um exemplo que ajuda a compreender esse processo é a comparação com a função do técnico de futebol ou de outra modalidade esportiva: o técnico não joga, mas, ele motiva, orienta, acompanha e avalia.

Vivemos um período na sociedade brasileira que ainda temos um percentual expressivo de jovens com idade entre 15 a 29 anos. São 47 milhões, ou seja 25% da população brasileira. Trata-se de um tempo em que provavelmente temos o maior percentual juvenil em nosso país, pois sabemos que a sociedade brasileira está envelhecendo. Daí a preocupação com a evangelização dos jovens. Quem dará continuidade às comunidades? Quem será e como será a liderança no futuro próximo?

Não se pode pensar que os jovens estão alheios a questão religiosa, da espiritualidade, da busca de algo que os fortalecem e animam na caminhada da vida. Há muitos talentos que precisam ser desenvolvidos, quem sabe descobri-los juntos e colocá-los a serviço da vida na família, na sociedade e na comunidade.

Na era digital, não se pode ignorar as mídias sociais digitais, é nelas que precisamos estar com linguagem adequada para chegar com uma mensagem apropriada sobre Jesus Cristo, comunidade, nossa Senhora, sobre Deus, relacionamento humano, meio ambiente e profissões, por exemplo.

O jovem hoje é plural, há diversas formas de organização juvenil, seja nas igrejas, nas cidades - no centro e periferias-, estudantil, por afinidades culturais, de produção, de trabalho, lazer, práticas esportivas e por ai vai. Este jovem recebe uma carga de informações que lhe dificulta fazer uma síntese. O que fazer com um volume enorme de informações e opiniões, às vezes contraditórias, sem credibilidade. Navegar neste mar de informações e tempestade de opiniões nem sempre é fácil.

Por onde começar? Ora, ninguém tem a receita pronta, ela pode ser formatada aos poucos com a participação da juventude. Intuo que se deva lançar a semente, (Lc. 8, 4-15) e iniciar com um pequeno grupo, formá-lo para que seja fermento na massa, como nos lembra o texto bíblico (Lc.13,8-21).

Não se pode pensar "que a minha juventude foi melhor ou pior". Certamente há grandes diferenças em muitos aspectos. Mas o que se pode dizer que são épocas diferentes e daí juventudes diferentes. Penso que o tema sobre a juventude levará os adultos a pensar na juventude de hoje e refletir também a juventude vivida. Para muitos será uma revisita ao seu tempo juvenil.

O tema sobre a juventude fora tratado com muito carinho na campanha da fraternidade há 21 anos, em1992, e agora que estamos chegando aos 50 anos da Campanha da Fraternidade, volta-se ao tema, com a preocupação e desejo de evangelização da juventude, com o apelo do lema: Eis -me aqui, envia-me ! (Is 6,8). Por isso é preciso olhar a realidade da juventude, compreender a riqueza e a diversidade, os desafios, potencialidades e propostas...


Daí o objetivo da campanha deste ano: acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz. Parece-me que o verbo acolher é a porta de entrada para este momento e o segundo verbo é dialogar com o jovem.

Está lançado mais um desafio que não se encerra com a Campanha da Fraternidade, dará continuidade em preparação para a missão jovem nas comunidades, com a jornada mundial da juventude e será um desafio para a Igreja e a sociedade, principalmente para quem deseja trabalhar com a pastoral juvenil. Um bom trabalho para todos(as).

* Cilto José Rosembach é Pároco da paróquia Santa Rita de Cássia, Vila Progresso, Região Episcopal Brasilândia, Arquidiocese de São Paulo-SP, comunicador popular, radialista e assessor da Pastoral da Comunicação-Pascom.

Fonte: Cilto José Rosembach / Revista Missões


BRASIL REFORÇARÁ CAMPANHA INTERNACIONAL DE COMBATE AO TRÁFICO DE MULHERES



Devido ao apelo sexual do carnaval, brasileiras se tornam alvo preferencial das organizações criminosas. Iniciativa está programada para ser anunciada no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.

O governo brasileiro ampliará sua atuação na campanha internacional contra a violência e o tráfico de mulheres. A iniciativa está programada para ser anunciada no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e propõe parcerias com autoridades de dez países na América do Norte, Europa, Ásia e no Oriente Médio.

Para essa ação interministerial de combate ao crime foram escolhidos países que registram maior número de denúncias. As medidas em conjunto também têm como objetivo garantir apoio às mulheres em situação de risco que estão no exterior.

Durante o período de Carnaval, as autoridades brasileiras ainda intensificam o alerta para o tráfico de mulheres. Devido ao aumento da chegada de turistas estrangeiros e ao apelo sexual da festa, as brasileiras se tornam alvo preferencial das organizações criminosas.

A Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 Internacional - recebeu, em 2012, 80 ligações de mulheres vítimas de violência que moram fora do país. O serviço atende gratuitamente brasileiras que vivem na Espanha, Portugal e Itália.

As vitimas de violência que residem na Espanha devem ligar para 900 990 055, fazer a opção 1 e, em seguida, informar à atendente (em português) o número 61-3799-0180. Em Portugal, devem ligar para 800 800 550, também fazer a opção 1 e informar o número 61-3799-0180. Na Itália, as brasileiras podem ligar para o 800 172 211, fazer a opção 1 e, depois, informar o número 61-3799.0180.

Para as brasileiras que estão no país e desejam entrar em contato com a central de Atendimento à Mulher, basta ligar 180.

UM BEIJO MEU



Os dias nunca são iguais
Quando a inocência se desfaz
Por não ter mais no que acreditar
Se todo amor não foi capaz

Se alguém que você tanto quis
Já fez a mala, adeus, até nunca mais
Guarda um beijo meu
O que for teu ninguém vai nunca mais tirar
Quem sabe um dia, tudo vai voltar
Mas agora é melhor deixar
Todas as tardes trazem dor
E quando o sol já vai se pôr
Resta o deserto da noite pra atravessar
Reza por flores, por postais
Reza por rezar, nada mais

Varrendo os problemas, se vestindo pra jantar
Guarda um beijo meu
O que for teu ninguém vai nunca mais tirar
Quem sabe um dia, tudo vai voltar
Mas agora é melhor deixar


Zizzi Possi
Autor: Herbert Vianna

Linda música.... pra você. 

Você que,  de repente pode, estar ai louco de saudade do seu amor de verdade...( uma recaída quem sabe) o silêncio , muitas vezes não traduz nada. Então, cara vai  lá , não custa nada tentar, se quebrar a cara de novo. Foda-se sozinho. Mas pelo menos tentou.

Só não tente mais buscar doçura  em outro olhar se o que procuras só consegues  encontrar lá...naquele olhar.( amargo)

       " O que for teu ninguém vai nunca mais tirar"...  Fica a dica!!
Deixa eu ir que tenho muito a  fazer... ainda.                   



ESPERA...


Na paisagem,
 A ausência de sua imagem  é saudade.
Vazio ímpar, tudo está sem nexo.
Sobre a mesa  o arranjo solitário é  espera.
O olhar fita o horizonte e se perde na solidão...
Faltam seus olhos, a beleza do seu olhar.
O cenário é estranho , vazio.
Falta a  candura do seu sorriso para inspirar.
Solitária poeta, ao longe,  vê o rio que passa...
Sem trazer você  no remanso,
As rimas  se calam na companhia da  tímida inspiração.
Versos, poética , métrica?
Saudade de você.
Sobre  a mesa o arranjo florido...
Contrasta-se com os pensamentos tristes,
Solitária imagem , ânsia do encontro
Indiferente  a essa fria ausência 
Meus ouvidos  concentrados  
Buscam o  som de seus passos...
Nesse silêncio  sem fim,
Impaciente  espera...
Sem você aqui.


Socorro Carvalho


Foto: Ádrio Denner ( fotógrafo santareno)

BALADA DA FRATERNIDADE NA ABERTURA OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013

O cantor Everaldo Cordeiro e Pe. Auricélio Paulino
 Igreja Católica de Belterra realizou a Abertura Oficial da Campanha da Fraternidade 2013, ”Juventude e Fraternidade. Eis-me aqui, envia-me”, com um abençoado louvor ao Senhor Jesus, neste sábado a noite, dia 16 de fevereiro.

Às 19hs houve uma caminhada da Fraternidade da Igreja Cosme e Damião até o Salão Paroquial no centro, acompanhada pelo Trio Manga Madura. Na chegada houve uma programação cultural: músicas, danças, mensagens e oração, encerrando com uma Balada Jovem da Fraternidade para todos em Belterra.


Juventude belterrense e o cantor Everaldo Cordeiro

Teve a Participação especial do cantor Everaldo Cordeiro e a presença dos membros das CEBs da Cidade, Tapajós e BR.

Os Blocos de Carnaval de Belterra foram convidados.

A animação foi do Ministério de Música Filhos de Maria.

Este evento foi realizado pela Pastoral da Juventude da Paróquia Santo Antônio de Pádua.

Paróquia Santo Antônio de Pádua em Belterra: Comunidade de Comunidades. 60 anos Evangelizando


Informações: Via face book de Pe. Auricélio Paulino

CANÇÃO DAS MULHERES



Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.


Lya Luft

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