quinta-feira, setembro 01, 2011

NIVALDO PEREIRA !! VALEU POR TUDO!!

Nivaldo Pereira - Diretor Executivo  da Rádio e Tv Ponta Negra
Esse cara foi meu primeiro patrão!!
Ele me abriu as portas para o mundo da comunicação e na empresa dele aprendi muitas coisas, vivi grandes momentos, conheci pessoas  incríveis e outras simplesmente INESQUECÍVEIS.
Fiquei bastante tempo atuando  na empresa dele como operadora de master da Tv Ponta Negra  e fiz parte da primeira equipe que participou da inauguração do canal  05, Tv Ponta negra afiliada ao Sistema Brasileiro de Televisão- SBT.
Agradeço  muito por ter sido aprovada nos estágio e de poder somar junto daquela conceituada equipe de profissionais, da época.  O Nivaldo  é  um grande patrão, literalmente, quando está cheio da nota ( grana)   é o máximo de cordial!!Agora sem grana?!!Sem comentários. É melhor deixar pra lá.(rsrs)
Enfim, saí da Rádio e Tv Ponta Negra por que um dia precisamos tomar novos rumos, não é mesmo? Mas sinceramente, o Nivaldo é uma das pessoas que  tenho guardado  com muito carinho no fundo do meu coração. Ele tem essa cara assim de durão, mas no fundo é sangue bom e tem um grande coração. E eu torço muito para ver realizado o grande sonho que ele tem que é construir o Complexo Ponta Negra de Comunicação. Espero ver isso muito em breve. Desde já  fico feliz de ver os primeiros sinais  de reforma  no prédio da emissora.
Atualmente trabalho no rádio  no Projeto Rádio pela Educação na Rádio Rural onde desenvolvo a função de Coordenadora de Produção e Produtora Executiva do Programa Para Ouvir e Aprender. Sei que ainda tenho muito a aprender como profissional, mas aprendi muito com o Nivaldo Pereira.E continuo aprendendo junto de pe. Edilberto Sena e toda  essa maravilhosa equipe de profissionais da Rádio Rural,  minha nova casa e  minha escola.
Ao Nivaldo meus votos de sucesso e  toda torcida de que Deus o proteja com saúde e  muitas realizações.
Hoje meu carinho é dedicado ao empresário Nivaldo Pereira, meu       ex  inesquecível patrão.


Socorro Carvalho  

ARQUEÓLOGOS DO MÉXICO LOCALIZAM VESTÍGIOS DA CIVILIZAÇÃO MAIA QUE TEM MAIS DE 2 MIL ANOS


Arqueólogos do México descobriram vestígios do que parece ser um palácio maia de 2 mil anos atrás. Os restos foram localizados na região de Chiapas, na fronteira com os Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México. As ruínas pré-colombianas do edifício indicam que havia antigas cidades maias na região há mais tempo do que se imaginava.
O diretor do Projeto Arqueológico Plano Ayutla, Luis Alberto Martos López, disse que até essa descoberta as evidências de ocupação na região de Chiapas apontavam para cerca de 250 anos depois de Cristo. A civilização maia, até então remontava a 1.000 anos antes de Cristo, e se caracterizava pelos avanços nos ramos da escrita, matemática e astronomia.

Até hoje as influências dos maias estão presentes em países como o México, Honduras, a Guatemala e El Salvador. Segundo pesquisadores, a civilização nunca desapareceu por inteiro. Alguns dialetos dos maias ainda são falados em regiões da América Latina.

O resultado das investigações revelados foram ontem (31), na Cidade do México. Os arqueólogos Susana Rivera Cruz e Karina Hernandez Gonzalez disseram que uma das estruturas localizadas reúne ossos, vasos, tigelas e pedras de moagem.

Na área foram localizados um esqueleto que parecer ser de um homem de 40 anos de idade e um de um animal do sexo feminino - cujos ossos foram fragmentados devido à passagem do tempo – e deve ter sido usado como oferenda.

López disse ainda que os vestígios localizados correspondem a quartos com paredes de 3 metros de largura, com cantos arredondados, caracterizando a arquitetura mais antiga do povo maia.

De acordo com os arqueólogos, os vestígios devem ser de um antigo complexo residencial, descoberto em um pátio localizado na área norte de Chiapas, indicando o período dos anos 50 depois de Cristo. Segundo eles, no local havia sinais da existência de salas e cofres, assim como vários elementos arquitetônicos considerados de elevado nível.

Os arqueólogos investigam o provável nome da cidade maia localizada. Uma das hipóteses é que se chamava Sak T'zi – por causa de algumas gravações encontradas - ou cidade de Ak'e. Sak T'zi, em referência a uma batalha retratada nos murais de Bonampak. De acordo com os especialistas, no local há prédios em cima de outras estruturas e subestruturas. Há uma área que contém três edifícios e três praças.

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

ORGULHOS DA TERRA: SANTARENO CONQUISTA TÍTULO INTERNACIONAL DE LEVANTAMENTO DE PESO

O atleta santareno Jorge Wanghon Filho, que no último dia 19 de agosto conquistou na Argentina o título de Campeão Pan-Americano de Powerlifting (levantamento de peso) na categoria 66 Kg - Master I, fez na manhã de hoje uma visita de cortesia à prefeita Maria do Carmo.


Durante o encontro, a gestora municipal o parabenizou pela vitória, e o atleta, que é campeão brasileiro de Powerlifting, apresentou a medalha e o certificado recém-conquistados. “Eu não tinha toda essa pretensão, mas conquistei o Pan-Americano quando levantei 220 Kg, deixando um Uruguaio em segundo lugar e um Peruano em terceiro. Já recebi convite para participar em dezembro deste ano do Levantamento Terra em São Paulo, e em 2012, de uma competição no Texas, Estados Unidos. Vou me esforçar para obter novos títulos”, declarou Jorge.






A prefeita falou do interesse do governo em investir no esporte e nos atletas locais, e para isso, mantém políticas de incentivo ao setor. “Para as modalidades individuais, temos o Programa Bolsa Atleta. Durante dez meses do ano, a prefeitura paga uma bolsa em dinheiro para que o atleta possa prover seus treinos e participar de competições a nível regional, nacional e internacional. O processo seletivo para o Programa é feito todo início de ano, e Jorge Wanghon é sem dúvida, um grande candidato à Bolsa por preencher os critérios exigidos para o benefício”, informou Maria do Carmo.

Para a competição na Argentina, a prefeitura de Santarém deu uma ajuda de R$ 900,00 a Jorge Wanghon.

Fonte: Nelma Bentes -Assessora de Comunicação da PMS




quarta-feira, agosto 31, 2011

O SAIRÉ SAIRÁ

Maria do Carmo - Prefeita de Santarém

PREFEITA MARIA DO CARMO ANUNCIA A PROGRAMAÇÃO DO SAIRÉ 2011


Foi anunciado hoje  durante  uma entrevista coletiva, a programação oficial do Sairé 2011, festa popular com mais de 300 anos de história e tradição que passa de geração a geração. “É uma festa colorida com ritos religiosos, procissões e festival encantador de disputa folclórica entre os botos Tucuxi e Cor de Rosa. Nosso governo tem investido desde 2005 em Alter do Chão com trabalhos permanentes na vila. Fazemos isso por amor ao lugar e por respeito ao povo e neste ano, não é diferente”, disse a prefeita de Santarém, Maria do Carmo.
Juca Pimentel (chefe de Gabinete da prefeita) e Denise Marsala (coordenadora de Ação Social) participaram da entrevista.




Maria do Carmo mostrando o cartaz com a programação do Sairé 2011

 O Sairé 2011 será realizado no período de 15 a 19 de setembro, de acordo com a programação abaixo:

DIA 15/09 – QUINTA-FEIRA
08h – Cerimônia de abertura do Sairé 2011
09h – Café da manhã comunitário
10h – Show Cultural: Grupo Roda de Curimbó (Praça do Sairé)
19h – Rito Religioso (Praça do Sairé)
19h40 – Lançamento do Selo dos 350 anos de Santarém (Praça do Sairé)
20h – Danças do Sairé da Comunidade de Alter do Chão (Lago dos Botos)
        - Ritual Indígena
        - Dança da Terceira Idade: Cacureá, Desfeiteira, Curimbó
        - Carimbó do Pará
        - Cheiro do Sairé
22h – Show Terruá Pará - Governo do Estado (Lago dos Botos)
01h - Show com a Banda Forro Pai D’égua (Lago dos Botos)
DIA 16/09 – SEXTA-FEIRA
08h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 10h).
15h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 17h).
19h – Rito Religioso (Praça do Sairé)
20h – Show Cultural: Nato Aguiar (Praça do Sairé)
21h – Show Cultural: Assessoria de Esporte e Lazer - PMS (Lago dos Botos)
22h – Show Folclórico Boto Tucuxi
23h – Show Folclórico Cor de Rosa
00h – Show Nacional Chicabana
01h40 – Show com a Banda de Forró 4X4


Prefeita Maria do Carmo em entrevista coletiva 


DIA 17/09 – SÁBADO
08h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 10h).
15h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 17h).
19h – Rito Religioso (Praça do Sairé)
20h – Show Cultural: Maria Lídia (Praça do Sairé)
21h – Início do Festival dos Botos
- Cor de Rosa
- Tucuxi
01h30 – Show Nacional Tomate e Banda
03h – Show Regional Banda Reggaetown (a confirmar)
04h – Show da Banda Exxcalibur
05h30 – Arrastão Musical Banda Adrenalina (até a Orla de Alter do Chão)
DIA 18/09 – DOMINGO
08h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 10h).
15h – Passeio Fluvial Ecológico - Centro de Atendimento ao Turista – CAT
(retorno às 17h).
15h – Show com os grupos Art Samba, Fissura, Lelo & Luis e Banda (Orla de Alter)
19h – Rito Religioso (Praça do Sairé)
20h – Show Cultural: Cristina Caetano (Praça do Sairé)
21h – Show Cultural: Grupo Roda de Curimbó com Eduardo Dias (Praça do Sairé)
DIA 19/09 – SEGUNDA-FEIRA
08h – Encerramento da Festa (Praça do Sairé)
- Derrubada de Mastros
- Cecuiara e Quebra Macaxeira
21h – Baile dos Barraqueiros com Banda Tapajoara (Lago dos Botos).


Nelma Bentes
Assessora de Comunicação da PMS



SANTARÉM DO TAPAJÓS

Orla de Santarém - Tapajós


Vista da frente de Santarém uma das cidades que fará parte do futuro Estado do Tapajós.

Foto: Arquivo  do Projeto Rádio Pela  Educação

terça-feira, agosto 30, 2011

A EMANCIPAÇÃO DO OESTE E A CRIAÇÃO DO TAPAJÓS: UM DEBATE NECESSÁRIO




A proximidade da campanha eleitoral para o plebiscito sobre a divisão do Pará para a criação dos Estados do Tapajós e Carajás suscita a necessidade de se privilegiar um debate mais profícuo sobre o tema. Chega de desinformação! Chega de mentiras! Chega de ufanismo!

Minha posição sobre o tema sempre foi cristalina, mas faço questão de reafirmá-la: sou favorável à criação do Tapajós! Mas longe de mim a pretensão de ter os argumentos certos, únicos, verdadeiros. Como democrata e amante das liberdades, especialmente a de pensamento e expressão, quero contribuir mais e mais com esse debate.

O texto abaixo, dividido em seis partes para facilitar a expressão das ideias e a compreensão, tem esse propósito, tão somente esse.





SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE I

Nasci no Pará, na cidade de Santarém – mais precisamente, na margem direita do grandioso rio Tapajós, aonde tantas vezes me banhei, pesquei e me diverti. Sou paraense da gema e me orgulho muito disso. Gosto desse sentimento de pertencer ao Pará, pois sinto que o Pará também me pertence.

Essa natividade e o duplo pertencimento – eu ao Pará e vice-versa – são sentimentos caros demais, pois fizeram brotar e crescer em mim vaidades indizíveis. Confesso: fico pávulo quando associo esses sentimentos ao nosso tão rico e variado patrimônio cultural, como os Círios da Conceição (Santarém) e o de Nazaré (Belém), o carimbó do mestre Lucindo, o violão do Moacir e a bel’arte do mestre Wilson Fonseca. E ainda há o violão do Sebastião Tapajós, que ganhou fama e é ouvido com admiração no mundo inteiro.

As riquezas naturais do Tapajós e a diversidade cultural daquele povo formado pelo entrelaçamento de tantos povos, gente que veio do Brasil inteiro em busca das riquezas da Reserva Garimpeira, renderiam narrativas especiais. As pinturas rupestres e outras marcas deixadas pelos primeiros habitantes da Amazônia, algumas com idade de mais de 11 mil anos, ainda presentes no Parque Estadual Monte Alegre, fazem-nos repensar nossas origens, nosso passado mais distante. Elas estão lá, abandonadas, a denunciar o desmazelo dos nossos governantes com tão rico e importante patrimônio da Humanidade.

E a Belém das Mangueiras, aonde cheguei há exatos 31 anos? Ah, devo muito a Belém! Aqui estudei, aqui conquistei uma profissão – aliás, duas: Jornalista e Servido Público –, aqui constituí família e ergui o pequeno patrimônio que hoje possuo. Passaria horas aqui me lembrando de coisas, pessoas e fatos que me fazem ter tanto orgulho de ser paraense, mas o espaço e o tempo não me permitem.

Sou paraense, mas este não é apenas um registro de natividade nem um sentimento que se construa do nada. Não é fruto do destino nem privilégio do acaso, mas o resultado da construção de uma personalidade, do conjunto de oportunidades conquistadas e de resultados erguidos como troféus. Tive oportunidades, mas a maioria da minha geração não as teve. Vim para Belém em busca de estudos superiores, pois Santarém não os possuía. Vim, mas milhares lá ficaram. Quando parti, desejaram-me sorte e sucesso em uma luta da qual estavam excluídos. Histórias parecidas ouvi em Monte Alegre, Itaituba, Prainha, Alenquer, Aveiro e outros municípios por onde passei ao longo desta vida. E outras certamente são contadas em tantos lugares.








SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE II

Sou paraense e me orgulho disso, mas esse sentimento não é tão marcante na vida de muitos habitantes do Oeste do Pará. Àqueles mais ao extremo, já mais próximos ao Estado do Amazonas, ele é quase inexistente. Relações e muitos dos seus interesses se dão mais com a cidade de Manaus do que com a “Cidade das Mangueiras”. Para eles, Belém é uma abstração inalcançável, e os serviços públicos do Governo do Pará citados na propaganda oficial, peças de ficção.

Sou paraense e me orgulho disso, mas como esperar o mesmo sentimento de milhares de cidadãos – a maioria “cidadãos de papel” – que sofrem sem estradas nos municípios do Oeste do Pará? Como ignorar o fato de que, até maio do ano passado, toda a enorme região Sudoeste do Pará (formada pelos municípios de Rurópolis, Aveiro, Itaituba, Trairão, Novo Progresso e Jacareacanga), com quase 200 mil km² de extensão, não possuía sequer um metro de rodovia estadual? Como exigir igual sentimento dos moradores da região da Calha Norte (formada pelos municípios de Almeirim, Prainha, Monte Alegre, Alenquer, Curuá, Óbidos, Oriximiná, Faro e Terra Santa), com 290km² de extensão, se foram largados à própria sorte pelos sucessivos governos estaduais, que não cumpriram suas promessas e as rodovias de lá continuam sem um único quilômetro de asfalto?

Como cobrar o orgulho de paraense, por exemplo, das centenas de alunos do Ensino Fundamental da comunidade de Murumuru, da zona rural de Monte Alegre, que se vêem obrigados a ceder suas salas de aula para estudantes do Ensino Médio, pois lá não há escola estadual e essa é uma das tantas exigências da Seduc para oferecer vagas aos alunos locais e das redondezas, uma obrigação exclusiva do Estado? E imaginar que esse drama se repete em todos os municípios do Oeste...

Como esperar satisfação daqueles paraenses que se vêem obrigados a viajar para a cidade de Manaus, passando privações e outros transtornos, toda vez que precisam de tratamento de saúde de média e alta complexidades inexistentes no Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém? Tolo quem pensa que os municípios do Oeste têm prazer em montar casas de apoio em Belém para receber centenas de pacientes locais para atendimento nos postos de saúde, hospitais e pronto-socorros públicos da Capital. Esse é um serviço que custa caro aos municípios – o dobro ou triplo dos recursos repassados pelo programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD), do Ministério da Saúde – e só mesmo a ausência desses serviços na própria região justifica tantos transtornos.





SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE III

Sou paraense da gema, tenho orgulho disso, mas não posso negar o direito legítimo que têm os cidadãos do Oeste de quererem a emancipação política do Pará, de quererem criar o seu próprio Estado, o Tapajós.

Como ficar insensível diante de tanto sofrimento? Como ignorar a atitude omissa de todos os governantes paraenses – a maioria deles, com certeza – que mantiveram aquela região fora de suas prioridades de investimentos? Se me pretendo cidadão ativo e sujeito de minha história e agente de transformação política, como me manter acrítico, imparcial ou indiferente diante de uma proposta que se apresenta como projeto de desenvolvimento sustentável para o Oeste do Pará e de busca de bem-estar ao seu povo? Impossível!!

Para muitos belenenses contrários ao Tapajós, as razões expostas acima e tantas outras já apresentadas não justificam a criação do novo Estado. Dizem que bastam a criação de novas políticas publicas e a aplicação de novos investimentos na região. Ouvi isso, há doze dias, em um debate sobre o tema no Conselho Regional de Medicina, aqui em Belém, de uma professora universitária. Como pode ela dizer isso? Os governos estaduais produzem, a cada quatro anos, um novo Plano Plurianual (PPA), que define o volume de recursos de investimentos públicos e onde, como e quando deverão ser aplicados. E, a cada ano, há a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Há os planos estaduais de saúde, de educação, de assistência social, de transporte, de habitação, ... Há dezenas deles. O atual PPA se encerra neste ano e já está em curso a elaboração do próximo, para o período de 2012-2015.

Não, professora, não faltam políticas públicas. Faltou, isso sim, o Oeste ser prioridade para os governos estaduais. No atual PPA, apenas 14% dos investimentos totais foram previstos para aquela região, que representa 58% do território paraense. Por isso faltam recursos para a construção e/ou manutenção de novas rodovias estaduais, para o asfaltamento destas; para a construção de escolas estaduais, para a implantação de núcleos da Universidade do Estado do Pará; para o funcionamento pleno do Hospital Regional do Oeste e a construção de um outro no Tapajós, ... Faltou vergonha na cara dos governadores, que tanto prometeram nas campanhas pouco ou nada cumpriram. Faltou educação política e conscientização aos cidadãos locais para não ajudarem a eleger parlamentares que hoje lhes negam o apoio à luta pelo SIM no plebiscito do dia 11 de dezembro próximo.

Faltam, é verdade, mais recursos para a Amazônia, e não apenas ao Pará. E essa é uma realidade cruel e injusta que vai perdurar enquanto a região tiver uma representação política inexpressiva no Congresso Nacional. Já citei aqui e volto a insistir: temos, hoje, apenas três senadores paraenses, mas poderemos ter nove, se a proposta de criação de dois novos estados for aprovada, além de 31 deputados federais, ao invés dos atuais 17. O vizinho Amazonas poderá ter doze, caso sejam criados os três novos estados pretendidos; o Amapá poderá ter seis senadores. Com maior representação política, a Amazônia – assim como o Novo Pará e o futuro Tapajós – terá mais força política para pressionar o governo na hora de negociar a liberação de mais recursos para a região. Se os políticos de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais já perceberam essa movimentação como uma estratégia de fortalecimento da Amazônia, por que os contrários ao Tapajós ainda não? Inacreditável!!



SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE IV

São inadequadas e injustas as acusações que nos fazem de “aventureiros” e “oportunistas”. Como “oportunistas”, se o movimento pela criação do Tapajós remonta ao século XVIII? Como “aventureiros”, se o Tapajós é um projeto viável econômica, financeira e socialmente? Contrariamente do que afirmam, de forma mentirosa, alguns contrários, o Tapajós surgirá superavitário, com orçamento de R$ 3,3 bilhões. E ainda haverá os repasses obrigatórios de saúde e educação pelo governo federal, sem contar as transferências voluntárias, aquelas que financiam as grandes obras em cada estado, como a Alça Viária, a duplicação e pavimentação de rodovias, a expansão de linhas de transmissão de energia, programas de segurança pública, de geração de trabalho e emprego, de desenvolvimento industrial e agropecuário, etc, etc.

Daqui a mais 15 dias, inicia-se a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Não se sabe exatamente o que será divulgado nesse período. Deixo aqui minha contribuição para esse debate, ofereço informações, dados, reflexões. Chamo à racionalidade, conclamo à inteligência, demonstro que dois ou três podem ser mais que um; que podemos ser mais, ter mais, e o quanto isso é importante para o desenvolvimento da Amazônia, do Pará, do Tapajós. Não apenas o Tapajós ganhará. O Novo Pará também vai ganhar – e como!! Vai ficar com a maior parte dos recursos (cerca de 63%) gerados pelo atual Produto Interno Bruto (PIB) do Pará, o total das riquezas geradas pela nossa economia. Vai desobrigar-se de novas promessas ao povo do Tapajós, ainda que não as cumpra. Aos poucos, verá as casas de apoio dos municípios do Oeste se fecharem em Belém, à medida que o Tapajós melhore seus serviços de saúde e construa novas unidades hospitalares. Assim, os centros de saúde, hospitais e proto-socorros públicos de Belém passarão a melhor atender à população local, do Marajó e do Nordeste do Pará. O mesmo pode se afirmar em relação aos sérvios de saúde, educação, segurança pública e transporte, entre outras demandas.





SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE V

Mesmo com a criação do Tapajós, será difícil dizer que deixarei de ser paraense, ou que deixarei de sentir orgulho disso. Meu apego ao Pará e o turbilhão de bons sentimentos que isso gera me levaram a propor, no curso deste debate, a substituição de “Tapajós” por “Pará d’Oeste”. No fundo, certamente, um esforço para continuar a ser paraense, ainda que “d’Oeste”. Mas não vingou.

Serei tapajoara, ou tapajônico, tanto faz, mas paraense de nascimento. Isso ninguém vai tirar de mim, nem mesmo a criação de uma nova fronteira. Mas, afinal, o que representará esta fronteira entre nós? Os navios e aviões continuarão a levar paraenses ao Tapajós e vice-versa – para curtir a praia mais bonita do Brasil, Alter do Chão, em Santarém, ou para o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, na Cidade das Mangueiras. O pescado capturado no rio Amazonas, lá no Oeste, continuará a abastecer o mercado de Belém, ao mesmo tempo em que os mercados do Tapajós serão abastecidos por centenas de produtos industrializados do Pará. O Sebastião Tapajós continuará a cantar em Belém, e a Lucinha Bastos e Nilson Chaves serão sempre bem recebidos em Santarém ou Monte Alegre, Altamira ou Itaituba.





SOU PARAENSE DA GEMA E QUERO O TAPAJÓS - PARTE VI

Os contrários à criação do Tapajós precisam apresentar argumentos mais consistentes, precisam ser mais sérios neste debate. Antes do discurso ufanista do “Pará que te quero Grande e Belo”, é preciso que digam aos paraenses de Belém, do Marajó e do Nordeste o que realmente está em jogo: os interesses das elites políticas do Pará, exatamente as mesmas que se revezam no poder há décadas sem nunca darem soluções elementares aos problemas que fazem sofrer milhares de paraenses além dos limites da Capital.

Nunca os interesses das elites se parecem com aqueles do povo! Pelo contrário: a estes são contrários em tudo, e precisam ser anulados sempre, em troca de algumas migalhas, para se mantenham no Poder, sempre. É a política do “pão, circo e vinho”, que se repete há milhares de anos, que nega a cidadania plena às pessoas, vistas apenas como eleitores, cidadãos de papel. Só!

Que os paraenses de Belém e Metropolitana, do Marajá e do Nordeste permitam àqueles do Oeste assumir o timão de sua história, que se emancipem, que criem seu Tapajós e construam seu próprio futuro. E que se libertem, nas próximas eleições, dos sanguessugas que os mantém na mais absoluta indigência, como acontece no Marajó, desassistidos e abandonados.

Que a luta dos tapajoaras com a criação do novo Estado sirva de motivação aos paraenses para se libertarem dessa elite retrógrada, egoísta e nefasta que os mantém na condição de cidadãos de segunda categoria há séculos.

TAPAJÓS, JÁÁÁ!!



INDÍGENA BRASILEIRA PODE SER A MULHER MAIS VELHA DO MUNDO

Maria Lucimar Pereira


Uma índia brasileira que se prepara para comemorar 121 anos de idade seria a pessoa mais velha do mundo, de acordo com informações da ONG Survival International, que defende direitos das populações indígenas ao redor do mundo.

Maria Lucimar Pereira, que pertence à tribo Kaxinawá e vive no Acre, atribui sua longevidade a um estilo de vida saudável: ela diz que só come carnes grelhadas, peixe, mandioca e mingau de banana e não consome sal, açúcar ou alimentos processados.

O líder comunitário que se identificou como Carlos disse à ONG Survival que, apesar da idade avançada, Maria Lucimar continua ativa. Ela caminha pela aldeia contando histórias em kaxinawá, já que praticamente não fala português, e visita seus netos em áreas próximas.

Cadastro
Maria Lucimar teria sido localizada ao comparecer a um posto do INSS para recadastramento – uma norma para pessoas muito idosas.

De acordo com sua certidão de nascimento, lavrada em 1985, ela nasceu no dia 3 de setembro de 1890.

Maria Lucimar, entretanto, não é a única idosa de sua aldeia. Dos 80 habitantes do local, quatro teriam mais de 90 anos de idade.

“Frequentemente testemunhamos os efeitos negativos que mudanças forçadas podem ter em populações indígenas. É ótimo ver uma comunidade que manteve laços tão fortes com sua terra ancestral e que está colhendo os inegáveis benefícios disso”, diz o diretor da Survival International, Stephen Corry.


Fonte: Notícias  Terra 

ENTREVISTA: ÉDER DE MELO, DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DA FBB

Éder de Melo - Diretor de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil


O Diretor de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Éder de Melo, concedeu entrevista para o Jornal do Educador, elaborado pela Fenabb, esta semana. Entre os destaques, o Diretor ressalta a importância do Programa AABB Comunidade e da parceria entre as duas instituições, além de anunciar que haverá mais investimento na qualificação dos educadores sociais que atuam na iniciativa.

Jornal do Educador: Qual a importância do Programa AABB Comunidade para a FBB?

R: O Programa AABB Comunidade representa de forma emblemática a essência da ação da Fundação Banco do Brasil nesses seus 25 anos de história, que tem sido contribuir para transformação social no país. O AABB Comunidade é um dos programas mais importantes da FBB e essa importância se expressa em várias dimensões: é o Programa mais antigo da nossa Fundação; é o nosso maior investimento no eixo educação, representando em média 60% do orçamento;  sua execução atinge mais de 400 municípios, compreendendo todas as regiões do país; e o principal, que é o seu resultado, pois tangibiliza os temas igualdade de oportunidades e transformação social, proporcionando a milhares de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda o direito a uma educação complementar com qualidade (segundo estudo da ONU, crianças e adolescentes que têm acesso  a programas de educação complementar dobram sua perspectiva de acesso a melhores empregos e oportunidades). Para se ter uma ideia, somente em 2011, mais de 51 mil crianças e adolescentes participaram do Programa.

Jornal do Educador: Como você avalia a parceria com a FENABB?

R:     A história do Banco do Brasil é marcada pela capacidade de construir e consolidar entidades representativas que são ícones de inovação, empreendedorismo, organização e vigor em suas respectivas áreas de atuação, como a Previ, Cassi, Coopeforte e a própria FENABB. Nesse contexto, a parceria com a FENABB é importantíssima e deu amplitude ao Programa AABB Comunidade. As parcerias, aliás, asseguram que a Fundação cumpra sua missão institucional. O AABB Comunidade é um exemplo bem sucedido da amplitude de nossa parceria com a  FENABB. Nesse último ano, período em que assumi a diretoria da FBB, experimentei um processo crescente de sinergias positivas no relacionamento com a FENABB. Isso significa, também, que o Programa está se fortalecendo e ampliando seu potencial. Vale destacar que essa parceria fez com que a Fundação, além de conseguir viabilizar complementariedades, agregou espaços de lazer e esportes com necessidades de educação de crianças e adolescentes de baixa renda, realizando, ainda, investimento social e parcerias com municípios.


Além disso, no âmbito do AABB Comunidade, projetos experimentais como o ‘Educação para o Trabalho’ ou o ‘Vozes do Brasil’ são desafios que vão requerer muito envolvimento e criatividade de todos nossos parceiros e educadores. E quando digo parceiros não podemos nos esquecer do apoio dado ao Programa pelas agências e superintendências do Banco do Brasil em todo o país. O AABB Comunidade e seus desafios constroem um círculo virtuoso de desenvolvimento comunitário, onde todos saem ganhando – comunidades, parceiros e nosso instituidor, o Banco do Brasil - que por intermédio da Fundação reafirma sua histórica vocação social.

Jornal do Educador: Que recado você deixaria para os coordenadores do programa, educadores e para a diretoria das AABBs?


R: Todos os atores sociais que juntos participam do Programa AABB Comunidade são peças fundamentais para que ele se efetive. É nossa intenção incrementar nosso relacionamento com a diretoria das AABBs, de forma a potencializar a  ação social das AABBs, para que cada unidade possa efetivar-se  como um polo de transformação social nas diferentes comunidades onde estão instaladas. Em relação aos coordenadores do programa, consideramos esse grupo estratégico para o aprimoramento contínuo da iniciativa. Investiremos ainda mais em capacitação desse grupo. Também há o cuidado, nesses encontros de capacitação e integração, de conscientizá-los sobre sua importância no desenvolvimento das comunidades e regiões onde atuam, por meio das orientações educacionais que oferecem aos integrantes do Programa.

Fonte: FBB


CAMPANHA DO MEIO AMBIENTE PREPARA POPULAÇÃO PARA COLETA SELETIVA


“Separe o lixo e acerte na lata”.  A campanha vai preparar e educar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País.

 Para que a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos possa ser o mais rápido possível absorvida pela população brasileira, o Governo Federal , por meio do Ministério do Meio Ambiente lançou, em junho deste ano, a campanha: Separe o lixo e acerte na lata. O objetivo da campanha é preparar e educar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País. Além da mobilização da sociedade, a campanha do MMA sobre os resíduos sólidos pretende:

1 - Ressaltar a riqueza ambiental e social do lixo. Na questão ambiental, a intenção é demonstrar o desperdício de recursos naturais consumidos na fabricação de novos produtos e a poluição provocada pela sua manufatura. Na questão social, estamos mostrando a correta separação do lixo e o impacto positivo que isso traz aos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, garantindo dignidade e renda para essa população. Por isso, mesmo que em sua cidade não exista ainda o serviço de coleta seletiva, esse simples gesto ajuda e facilita a vida dos catadores.

2 - Estimular a prática do consumo consciente e a redução do volume do lixo. Aqui, será considerada e avaliada a necessidade do consumo; a escolha de produtos com menor volume de embalagem; e forma de descarte de embalagens para redução do volume do lixo.

3 - Divulgar as soluções propostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a cerca da logística reversa dos itens previstos na lei e demais encaminhamentos do Comitê Interministerial para discussões sobre a nova política.

História - Há mais de 20 anos, o Brasil esperava pela aprovação de um arcabouço legal que definisse instrumentos e responsabilidades para a geração dos mais diversos tipos de resíduos sólidos, entre eles, a novidade dos  materiais eletrônicos, para os quais não existe lei federal definindo o descarte. O que se pretende com a nova política nada mais é do que a proteção da saúde pública e da qualidade ambiental, a adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais e  a gestão integrada de resíduos sólidos, entre outros. Um outro importante objetivo é a integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. A nova política é clara em definir de que forma se dará o gerenciamento de resíduos sólidos, indicando inclusive sua ordem de prioridade que será a de não-geração, a de redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente



AMIGO

Joelma Viana - Gestora da RNA e Coordenadora de Jornalismo da Rádio Rural de Santarém

É preciso ter um amigo.Um amigo que chore pela
gente e que ria também. Um amigo que seja
sincero, sinceridade é tudo. Um amigo que respeite
e se faça respeitado. Um amigo firme, que acredite
em si mesmo antes de qualquer coisa. Um amigo que
esteja às vezes certo e às vezes errado. Um
amigo que goste, goste verdadeiramente.
Um amigo que confie e desconfie.Um amigo que
saiba a hora certa de ferir e entenda por que
foi ferido. Um amigo que sinta nossa dor e que
nos console. Um amigo que sinta a nossa felicidade
e faça parte dela. Um amigo que compreenda e
que seja compreendido. Um amigo que seja o que
ele é, sem máscaras e sem capas. Não há necessidade
de ser excelente, e sim de ser verdadeiro.
Um amigo de idéias puras e às vezes maliciosas.
Um amigo que nos deseje o bem sem olhar o
que fazemos. Um amigo que goste simplesmente,
sem nenhuma intenção. Este amigo todo o
mundo procura, Mas somente algumas pessoas
sabem que ele existe. Ele é um pedaço
da gente. Talvez seja VOCÊ.
   "O único prêmio da Virtude é a própria Virtude,
a única maneira de se ter um Amigo é sê-lo."


Desconheço a autoria

* Na foto: Joelma Viana -  um anjo ou uma "bruxinha"  pela qual tenho grande apreço, respeito e carinho. Neste novo dia escolhi ela para dar um pouco de carinho, os motivos? É melhor que fique apenas entre o meu coração e o da Joelma, às vezes,  isso incomoda muita gente.Mas deixa pra lá... o importante  é que  nossa amizade é Verdadeira e foi construída com  muito carinho. Mesmo que muitas vezes tenhamos nossos conflitos de idéias, sempre nos entendemos no final e quem tenta pôr lenha  entra nós se dana pois  acaba se queimando sozinho (a). Rimos e choramos, discutimos idéias,  nos divertimos com nada, discordamos, concordamos, mas sempre nos respeitando, afinal de contas duas personalidades fortes sempre há possibilidades de dar choque.rsrs  

segunda-feira, agosto 29, 2011

'NICOTINA VICIA MAIS QUANDO CONSUMO É PRECOCE', ALERTA PNEUMOLOGISTA


O Instituto Nacional do Câncer (Inca) alerta: o poder de vício do cigarro é comparável ao da heroína e do crack. Para combater a dependência, o Inca fez do dia 29 de agosto o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Esse ano o foco da campanha são os jovens. O objetivo é conscientizar a população de que o tabagismo é uma doença e tem tratamento. O Jornal Globo News – Edição das 10h recebeu o doutor Ricardo Meirelles, pneumologista da divisão de Controle de Tabagismo do Inca, para falar sobre a luta contra o vício do cigarro.
Segundo o pneumologista, o ideal é não começar a fumar, mas se a pessoa começou, parar é sempre importante para melhorar a parte clínica, independentemente da idade. “Quanto mais cedo a pessoa começa a fumar, mais dependente da nicotina ela fica”. Ele destacou também que a nicotina leva sete segundos para chegar ao cérebro, só perdendo para o crack em velocidade, dando uma sensação de prazer e a ilusão de alívio para as tensões.
Desde 2002, a rede pública de saúde tem tratamento gratuito contra o tabagismo. Tratamento que foi ampliado, em 2005, para as pequenas unidades de saúde. No Brasil, há aproximadamente 900 unidades de saúde fazendo o atendimento.


Fonte: G1

MANIFESTO INDÍGENA ASSINADO EM MANAUS É DESTAQUE EM SITE DA DEUTSCHE WELLE


Notícia publicada pela rede de notícias alemã Deutsche Welle destaca encontro que reuniu, em Manaus, representantes de povos indígenas dos nove países da região Amazônica.  A 1ª Cúpula Regional Amazônica resultou em um manifesto que chama atenção da opinião pública internacional para os problemas da crise climática e ambiental e de atividades de exploração econômica em territórios indígenas.


Em relação ao mecanismo de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD), muito discutido no âmbito das negociações internacionais do clima, Sônia Guajajara, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), afirmou na entrevista concedida a Deutsche Welle: "Nós defendemos que o REDD seja revertido em benefício coletivo, e não em recursos financeiros que irão parar nas mãos daqueles que buscam exclusivamente o dinheiro". "Nós, os índios, buscamos a valorização e o reconhecimento pelo serviço prestado ao meio ambiente, porque sempre conservamos a floresta", continua.

Segundo Juliana Splendore, assistente de pesquisa do IPAM e colaboradora nos projetos relacionados às questões indígenas, "diante dos riscos de REDD+ em territórios indígenas relatados nessa matéria, torna-se cada vez mais importante o estabelecimento de políticas nacionais conectadas com os níveis subnacional e de projetos a fim de garantir a regulamentação clara e eficiente de REDD+ em todos os contextos. Dessa forma, REDD+ poderia trazer benefícios efetivos aos povos indígenas, garantindo o respeito aos seus direitos coletivos.”

                                                             Leia matéria, em português, no site da Deutsche Welle.


FRASES APENAS...




"Não são as ervas más que sufocam a boa semente e sim a negligência do lavrador."

Confúcio



"Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo."



Confúcio